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Sexta, 17 Nov 2017
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SOCIEDADE
AEBB PEDE PRORROGAÇÃO DE PRAZO DE INSCRIÇÕES
Rádio Cova da Beira
A Associação Empresarial da Beira Baixa (AEBB) vai pedir a prorrogação, por 20 dias, do prazo de inscrição para os cursos de Turismo ao ar livre e Gestão e Produção de Cozinha que resultam de uma parceria entre a AEBB, a câmara da Covilhã, o Turismo de Portugal, a AHRESP e a entidade regional de turismo do centro.
Por Paula Brito em 31 de Oct de 2017
 

O prazo de inscrição terminou hoje e os cursos não têm o número suficiente de inscritos (15 no mínimo) para poderem arrancar como estava previsto no próximo dia 8 de Novembro nas instalações da AEBB no Tortosendo.

No caso do curso de turismo ao ar livre são cinco os inscritos, no curso de Gestão e produção de cozinha, 9.

Para José Gameiro o facto de ser uma formação paga pode ter criado constrangimentos na inscrição, mas o presidente da direcção da associação, recorda que esta não é uma formação qualquer.

“Sendo uma formação de alto nível tem custos para os formandos, e nós estamos habituados a que a formação chegue grátis e se calhar ainda nos pagam um subsídio para irmos à formação, aqui é ao contrário, o aluno tem que pagar uma propina porque estamos a falar de uma formação de alto nível, de nível 5 e de um comprometimento entre as partes. A propina é de cerca de 100 euros por mês e a formação tem a duração de 15 a 16 meses.”

José Gameiro recorda que além de existirem os mesmos apoios sociais que existem no ensino superior, os cursos em causa também têm o estatuto de trabalhador estudante facilitando a vida aos profissionais que já estão no mercado de trabalho e pretendam aumentar as suas competências e formação.

Para já os parceiros aguardam pela autorização da prorrogação do prazo para analisar se é possível avançar com os dois cursos, com um ou se a parceria se encaminha para outras áreas de formação.

“Já tivemos reuniões com alguns empresários que já sinalizara, outras necessidades de formação, e eu disse-lhes a brincar que então vamos criar aqui a escola de formação hoteleira desta região, porque não? Vamos ver, esta formação era o embrião para a criação desta escola.”

A escola seria uma mais valia para a região e permitiria também tirar partido das instalações que a Associação tem no parque industrial do Tortosendo e que estão sub-aproveitadas.

“Tem instalações de cozinha, pastelaria, novas, aliás foi uma surpresa para o Turismo de Portugal quando visitaram as instalações, reconheceram o potencial que têm e eram completamente desconhecidas, estou esperançado que vamos conseguir alguma coisa.”


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