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Quarta, 22 Nov 2017
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POL√ćTICA
USCB RE√öNE COM COORDENADOR DA UMVI
Rádio Cova da Beira
Uma delega√ß√£o da direc√ß√£o da Uni√£o de Sindicatos de Castelo Branco re√ļne esta segunda-feira, 30 de Outubro, com o coordenador da Unidade de Miss√£o para a Valoriza√ß√£o do Interior (UMVI), Jo√£o Paulo Catarino.
Por Paulo Pinheiro em 29 de Oct de 2017

No encontro, a USCB apresenta as propostas de medidas que defende para o lançamento de um Plano de Emergência para o distrito de Castelo Branco. O conjunto de medias foi aprovado no início deste mês, 4 de Outubro, em plenário distrital de dirigentes e delegados sindicais

“A calamidade dos incêndios que, se repete todos os anos, este verão destruiu praticamente a floresta do distrito de Castelo Branco (o nosso distrito teve maior área ardida), a ausência de resposta do governo à exigência de abolição das portagens nas ex. SCUTs e que, como sabemos, tem um impacto negativo na actividade económica, no investimento e na mobilidade da população e o continuado despovoamento do nosso território que em apenas quatro anos teve a perda de 10 590 eleitores nos 11 concelhos” são três do sete factos “inquestionáveis” apontados por aquela estrutura sindical para defender a implementação no distrito de Castelo Branco de um plano de emergência.

Para a USCB, a forte degradação da qualidade e diversidade da oferta de serviços públicos, e em particular da saúde, educação e transportes, que penalizam o distrito e desincentivam a fixação de população e consequentemente da actividade económica, “a constatação de que o Programa Nacional para a Coesão Territorial é insuficiente nas medidas, limitado nos meios, pois a inscrição de medidas avulsas num documento não faz uma política para o Interior do País e a dependência da UMVI à vontade dos ministros limita-lhe os poderes, tira-lhe eficácia e torna  curtas, centralistas e até paternalistas as políticas para o interior” são outras razões  que justifica, a  urgência de implementação de políticas e medidas especialmente direccionadas para o distrito.

“O imperativo de não podermos assistir, sem nada fazer, à destruição dos nossos recursos e ao continuado despovoamento das nossas terras” é outros dos aspectos que, para União de Sindicatos de Castelo Branco, recolocam na primeira linha a necessidade de medidas de emergência para atenuar os seus efeitos e ao mesmo tempo relançar a actividade económica regional, “numa perspectiva inter-regional e não apenas tendo por base um determinado território concelhio”, conclui.

 


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