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Quarta, 22 Nov 2017
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CULTURA
FUNDAÇÃO MANUEL CARGALEIRO COM UTILIDADE PÙBLICA
Rádio Cova da Beira
Criada pelo ceramista português, a Fundação Manuel Cargaleiro vê confirmada pelo Governo o seu estatuto de utilidade pública. A Fundação gere as suas obras do pintor, que desde 2010 passou a ter sede em Castelo Branco.
Por Paulo Pinheiro em 26 de Oct de 2017

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De acordo com a agência Lusa, que avança a informação, a confirmação do estatuto de utilidade pública desta fundação, instituída a 31 de Janeiro de 1990 por Manuel Cargaleiro e reconhecida por despacho do secretário de Estado da Administração Interna, de 16 de maio de 1990, foi publicada em Diário da República no dia 18.

No âmbito dos seus fins estatutários, tem vindo a desenvolver, em cooperação com o município de Castelo Branco, actividades em favor da comunidade local, particularmente da comunidade escolar.

"Destaca-se pela promoção da arte e da cultura, através do museu-escola Manuel Cargaleiro, com programação contínua, sistematizada e diversificada, abrangendo um significativo leque de exposições e actividades paralelas, contribuindo para o desenvolvimento cultural, patrimonial e recreativo do concelho", lê-se na publicação do Diário da República.

 

A declaração de utilidade pública da Fundação Manuel Cargaleiro mereceu a concordância da Direcção de Serviços de Assuntos Jurídicos e Documentação e da Secretária-Geral Adjunta da Presidência do Conselho de Ministros.

 

"Pela importância do seu espólio e da notoriedade do seu fundador, o pintor Manuel Cargaleiro, a Fundação Manuel Cargaleiro é referenciada como uma entidade que prestigia não só a cidade de Castelo Branco e o seu concelho, mas também Portugal na sua projecção internacional", refere o documento.

 

Manuel Cargaleiro é natural de Chão das Servas, Vila Velha de Ródão, no distrito de Castelo Branco.

 

O museu e também a sede da fundação funcionam na rua dos Cavaleiros, em plena zona histórica de Castelo Branco e entre as cinco mil peças inventariadas e outras que o mestre doou à fundação, e que estão por tratar, encontram-se pinturas, tapeçarias, cerâmicas e azulejos.

 

Em 1952, fez a primeira exposição individual, na Sala de Exposições do Secretariado Nacional da Informação Cultura Popular e Turismo (SNI).

 

Na década de 1950, foi bolseiro do Instituto de Alta Cultura, em Itália, onde estudou cerâmica, e da Fundação Calouste Gulbenkian, em Paris, onde passou a residir desde 1958.

 

Executou vários trabalhos de arte pública, nomeadamente painéis cerâmicos para o Jardim Municipal de Almada, a fachada da Igreja de Moscavide, estação do Metro de Champs Elysées-Clémenceau, em Paris, o painel para a escola com o seu nome no Seixal, a fonte no Parque da Cidade de Castelo Branco e a estação Colégio Militar do Metro de Lisboa.

 

 


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