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Sexta, 17 Nov 2017
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POLÍTICA
“PESSOAS E EMPRESAS TEM DE SER APOIADAS”
Rádio Cova da Beira
O CDS/PP vai propor ao governo a criação de uma unidade de missão específica para apoiar as populações e as empresas afectadas pelos incêndios florestais que devastaram o país nos últimos quatro meses. A medida foi apresentada pela presidente do partido no final da reunião do conselho nacional, que decorreu este sábado na Covilhã.
Por Nuno Miguel em 21 de Oct de 2017
Para Assunção Cristas a criação desse organismo pode dar um impulso determinante para ajudar a reconstruir diversas faixas do território que ficaram praticamente destruídas “a dimensão dos prejuízos nas zonas norte e centro do país é de tal forma grande que se justifica encontrar uma estrutura que tenha peso e autoridade. Uma unidade de missão liderada por uma pessoa de reconhecido mérito a nível nacional no sentido de poder apoiar as pessoas e as empresas no processo de angariação de verbas ou na apresentação de candidaturas para que a reconstrução se possa fazer o mais rapidamente possível”.
Nos próximos dias o grupo parlamentar do CDS/PP vai iniciar um périplo pelo país com o objectivo de se inteirar da real dimensão dos prejuízos e defende um trabalho de acção assente em três grandes pilares “o apuramento das responsabilidades e a indeminização a todos os familiares das vítimas dos incêndios de Pedrógão e do passado domingo é um aspecto específico que tem de ter consequências muito claras. Há uma segunda questão que tem a ver com as questões estruturais e depois o terceiro pilar de acção, que não pode ficar desguarnecido, que tem a ver com a reconstrução”.  
Nesta reunião do conselho nacional foram ainda analisados os resultados das últimas eleições autárquicas. Assunção Cristas faz uma avaliação positiva dos números que o CDS/PP registou em todo o país e destacando o caso da Covilhã onde, depois de 40 anos, voltou a eleger um vereador para o executivo municipal “o balanço que fazemos é muitíssimo positivo; aqui na Covilhã o CDS afirmou-se como a segunda força partidária e isso é um excelente resultado num concelho que, historicamente, não é fácil para o CDS. Tivemos uma candidatura forte, de afirmação das nossas ideias e com muitos projectos interessantes e isso foi reconhecido pelas populações. Acredito que vamos ter uma acção muito produtiva nos próximos quatro anos”. 

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