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Sábado, 19 Out 2019
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POLÍTICA
COVILHÃ: O QUE PODE ACONTECER DEPOIS DAS ELEIÇÕES?
Rádio Cova da Beira
O candidato da coligação “Vontade de Mudar” rejeita a possibilidade de existir qualquer acordo de incidência governativa no próximo mandato no concelho da Covilhã. Uma ideia deixada por Marco Baptista no debate promovido pela RCB e que juntou à mesma mesa cinco dos seis candidatos às eleições autárquicas do próximo domingo.
Por Nuno Miguel em 29 de Sep de 2017
“Se ganhar as eleições como espero não encaro que seja necessário fazer acordos de incidência para governar a câmara municipal da Covilhã. Como já disse nós terminamos este mandato com um acordo desse tipo por entendermos que ele não servia o interesse das populações. Nesse aspecto estamos arrumados e a nossa posição é muito clara, sem qualquer tipo de problemas com o passado”.  
Já a candidata da CDU refere que se não vencer as eleições nunca será uma força de bloqueio ao desenvolvimento do concelho. Mas caso vença as eleições, Mónica Ramoa admite a hipótese de distribuir pelouros aos vereadores da oposição “mesmo que a CDU ganhe com maioria absoluta é sempre tradição das nossas autarquias atribuir pelouros a quem estiver disponível para assumir essa responsabilidade. Se ganharmos sem maioria, também estenderemos esse convite a quem for eleito. Se formos minoria nunca vamos ser um obstáculo à melhoria das condições de vida da população. Ainda neste mandato não tivemos pelouro e não foi por isso que o nosso vereador deixou de trabalhar e de apresentar propostas construtivas em prol do concelho e das suas populações”. 
Adolfo Mesquita Nunes também rejeita a ideia de quaisquer acordos depois da realização das autárquicas. O candidato do CDS/PP garante que se não vencer as eleições vai cumprir até ao fim o mandato como vereador da oposição “se não vencer vou cumprir o meu mandato como vereador da oposição e estarei com o mesmo espírito que tenho estado nesta campanha. Votarei a favor das propostas que entender que são boas para o concelho e votarei contra as que considero que não são positivas. Isto não é um acordo de incidência governativa”
João Corono, cabeça de lista do Bloco de Esquerda, acredita que vai ser eleito vereador da autarquia no próximo domingo e mostra-se disponível para estabelecer entendimentos em defesa do interesse público “tudo o que for de interesse público e vier ao encontro das necessidades das populações podem contar com o caso voto. Eu não quero estar a colocar-me em bicos de pés porque sei que não vou ganhar as eleições mas apontamos à eleição de um vereador e eu sei que posso ser um bom elemento. Mas importa deixar claro que podemos fazer acordos mas com princípios. Para isso contem com o nosso voto. Se fo9r para negociatas, não contem connosco”.   
Carlos Pinto, cabeça de lista do movimento independente “De Novo Covilhã” assume que, se não vencer as eleições, não vai ocupar o lugar de vereador da oposição. Quanto a acordos pós eleitorais, é uma matéria que só pode ser avaliada depois do próximo domingo “faz parte do respeito pelo voto dos cidadãos aguardar pelo seu voto. Só depois, e perante as circunstâncias do voto, é que cada um poderá responder capazmente a essa pergunta”. 
Um debate onde não marcou presença o candidato do PS.

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