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Quarta, 21 Out 2020
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SOCIEDADE
HOSPITAL DO FUNDÃO: "LUTA DEVE CONTINUAR"
Rádio Cova da Beira
A defesa do hospital do Fundão, no âmbito do Centro Hospitalar da Cova da Beira, deve unir a região. Ideia defendida por todos os candidatos à presidência da Câmara Municipal do Fundão no debate promovido pela RCB.
Por Paulo Pinheiro em 24 de Sep de 2017

Foi um dos temas em destaque com os quatro candidatos a mostrarem-se preocupados com “o esvaziamento que se tem assistido do hospital”. A candidata da Coligação Democrática Unitária, Catarina Gavinhos, assume o receio de querem fechar a unidade hospitalar, por isso, o próximo executivo do Fundão, que sair das eleições do próximo dia 1 de Outubro, “tem que fazer uma pressão assertiva” e contar com o apoio da região. A CDU está na primeira linha, caso seja necessário, para a criação de um “pacto de regime” na defesa da valorização do hospital do Fundão

“ O Hospital do Fundão começou por ser uma unidade com boa qualidade, com bons profissionais, tivemos a primeira unidade de cuidados paliativos do país, tínhamos várias valências que nos estão a ser roubadas e isso é inadmissível. Isto não pode acontecer. Podem contar com a CDU para defender o hospital”, assegura a candidata da Coligação.

Apesar dos esforços efetuados para trazer novas valências para o hospital do Fundão, para já sem resultados, o candidato do PSD e actual presidente da CMF sublinha a necessidade de continuar a lutar

“Não há outra forma senão manter a luta, sermos persistentes, e estar focados neste sector que é chave. Defender os cuidados continuados, que assumem grande importância, manter a esfera sempre pública naquilo que são os cuidados hospitalares, porque foi esta defesa que, num momento impar da nossa história recente onde o município esteve ao lado da AMF, evitou a privatização de uma parte significativa do hospital”, sustenta Paulo Fernandes.

Para a candidata do PS, “é tempo de dizer basta!”. Joana Bento avisa “que não se pode baixar a guarda” na defesa do hospital do Fundão

“Temos que ter a capacidade, enquanto líderes de municípios, de dizer basta! Temos que ter uma resposta em relação a esta situação porque não se trata de um ponto menor estamos a falar da saúde e do CHCB. A questão das valências e da medicina nuclear, um líder de um concelho tem que exercer o magistério de influências e reconhecidamente o candidato do PSD, Paulo Fernandes, não o conseguiu fazer. Ameaçou com a entrega do cartão de militante e isso não lhe valeu. A população do concelho do Fundão tem que dizer basta!”, sustenta Joana Bento.

Também o candidato do CDS/PP, Aires Patrício, exorta o município a impor-se em relação a este e a outros assuntos que são cruciais para o desenvolvimento do concelho

“O município tem que ter uma capacidade interventiva e exercer o magistério de influências. Não há duvida que dia-a-dia estão a perder-se coisas e isso não pode continuar. Os municípios têm que se impor e para que isso acontece têm que ter uma política de qualidade que vá ao encontro dos cidadãos por que se assim não for vamos continuar a ter elevados índices de abstenção e as lideranças perdem força”, avisa o candidato centrista.


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