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Segunda, 11 Dez 2017
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SOCIEDADE
“UMA CIDADE QUE CONTINUO A IMAGINAR”
Rádio Cova da Beira
Foi desta forma que Carlos Pinto definiu a obra que foi apresentada este sábado, no auditório da faculdade de ciências da saúde da UBI, e onde passa em revista alguns dos projectos mais importantes que foram concretizados ao longo dos 20 anos em que presidiu à câmara municipal.
Por Nuno Miguel em 03 de Sep de 2017

Projectos como o novo hospital, o parque de ciência e tecnologia, o eixo TCT ou o silo auto da praça do município são algumas das marcas da cidade de hoje e que Carlos Pinto continua a imaginar para o futuro “imaginei uma cidade e imagino uma cidade com tantos que comigo imaginaram e que continuam a imaginar. Diz-se no discurso político que não nos conformamos. É verdade. Não nos conformamos com outra cidade que não seja uma Covilhã melhor do que aquela que temos. Este livro descreve assim uma parte de como chegámos à cidade de hoje. Conto as obras, algumas, conto os dias, muitos, e conto as pessoas que jamais esquecerei”.

Afinal, refere o ex autarca, a ousadia é uma das imagens de marca da Covilhã “tudo se pode alcançar se ousarmos e a ousadia é a marca da Covilhã. O Marquês de Pombal suscitou a real fábrica dos panos, Campos Melo fez a escola com o seu nome que foi universidade antes de chegar, Borges Terenas, Duarte Simões e Passos Morgado quiseram estudos superiores. A minha geração rasgou outras vertentes. Como descrevo no livro puxámos a cidade para o vale, situámo-la em parâmetros europeus ao nível de serviços e infraestruturas básicas e quando buscámos a ciência e tecnologia, à pergunta porque na Covilhã nós respondemos porque não na Covilhã”.  

Carlos Pinto que perspectiva que pode haver ainda um outro livro com os projectos que estão idealizados para depois das próximas eleições autárquicas “adivinho que outro livro nascerá, contando outras fases. A fase da Covilhã que vai renascer a partir deste outono para se fixar nas primaveras do progresso e do desenvolvimento que ai vem. Porque afinal a cidade imaginada é uma obra inacabada. Ainda não chegou à sua imagem perfeita e que eu antecipo como eterno movimento e eterna ambição da política”.

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