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Terça, 17 Out 2017
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POLÍTICA
COVILHÃ: PROCESSOS JUDICIAIS EM DESTAQUE NAS ELEIÇÕES AUTÁRQUICAS.
Rádio Cova da Beira
Este sábado, o Expresso e o Correio da Manhã abordam os processos judiciais em que estão envolvidos o actual presidente da câmara municipal da Covilhã, Vítor Pereira, e o ex-presidente da autarquia covilhanense, Carlos Pinto. Ambos candidatos à autarquia no próximo dia 1 de Outubro.
Por Paulo Pinheiro em 12 de Aug de 2017

Um tema que a RCB tem feito eco através de várias notícias ao longo dos últimos tempos (ex: http://www.rcb-radiocovadabeira.pt/pag/32493 ou http://www.rcb-radiocovadabeira.pt/pag/35117, entre outras)

 

Nas suas edições de hoje, ambos os jornais começam por destacar a decisão da procuradora geral da República (PGR), Joana Marques Vidal, de ter determinado a “aceleração processual” de uma investigação onde o presidente da CMC, Vítor Pereira, é um arguido juntamente com o ex-presidente da assembleia municipal, Manuel Santos Silva e duas familiares. Um processo que começa ainda com Carlos Pinto na cadeira da presidência da edilidade, pediu contas às proprietárias do terreno

 

O Correio da Manhã intitula “PGR quer acelerar o processo” e explica que o presidente da CMC e o ex-presidente da AMC são suspeitos de crimes de prevaricação e de participação económica em negócio. Um processo que diz respeito a um acordo estabelecido entre a autarquia, a esposa e cunhada de Santos Silva, em Junho de 2014, em que a autarquia terá sido lesada em 300 mil euros. De acordo com o jornal, o Ministério Público queria mais 90 dias para concluir o processo mas a PGR concedeu apenas 70 e determinou a prioridade no seu encerramento.

 

O título do Expresso é “Processos judiciais aquecem campanha eleitoral para a Câmara da Covilhã” e informa também dos vários momentos do processo destacando o facto de após o acordo entre a CMC e os familiares do ex-presidente da AMC, Carlos Pinto constitui-se como assistente “e foi no usso dessa prerrogativa que pediu a aceleração processual”.

Citando uma resposta que a PGR enviou ao jornal, o semanário informa que no processo “foi apreendida vasta documentação, quer em papel que em suporte digital, tendo sido realizadas intercepções telefónicas”.

 

O presidente da CMC não confirma ao jornal se é arguido no processo e que tudo foi feito às claras “tomara que todos os processos e decisões fossem tomadas com essa transparência”, afirma.

 

Sobre o ex-presidente da autarquia, e o seu papel como assistente, Vítor Pereira diz ao jornal que “Ele procura com esta candidatura obter por via política uma espécie de imunidade judicial” referindo-se a dois processos em que Carlos Pinto está envolvido. Um em que foi condenado a três anos de prisão por prevaricação, com pena suspensa por igual período, relacionado com a autorização de construção de moradias em área protegida e outro, e outro por 12 crimes por difamação agravada, com o Ministério Público a entender que Carlos Pinto foi o autor de um blogue anónimo, em que Vítor Pereira foi particularmente visado.

 

Ao Expresso, Carlos Pinto refere que “quanto à condenação em primeira instância, já apresentei recurso; e no caso do blogue, haverá um debate instrutório (no início de Setembro) em que tudo será esclarecido”, defende. 


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