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Terça, 17 Out 2017
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POLÍTICA
FUNDÃO: “CÂMARA É GOVERNADA POR APENAS TRÊS ELEITOS”
Rádio Cova da Beira
A constatação é da Coligação Democrática Unitária do Fundão que afirma que o actual modelo de funcionamento do executivo municipal do Fundão “é revelador de uma visão muito limitadora das virtudes e potencialidades da democracia local”.
Por Paulo Pinheiro em 12 de Aug de 2017

Depois de referenciar o número de eleitos que PSD(5) e PS(2) têm no executivo, e os pelouros que apenas  estão distribuídos por três eleitos sociais democratas, a CDU toma como referência as 26 reuniões realizadas entre 2016 e 2017, nas reuniões quinzenais, e verifica que apenas os eleitos do PSD a tempo inteiro e com pelouros apresentaram propostas. O presidente 160, o Vice-Presidente 42 e a Vereadora 40. Nenhum outro vereador do PSD ou do PS apresentou propostas

 

“A câmara é um órgão colegial composto por sete eleitos diretos, todos com igual legitimidade democrática, mas é de facto governada por apenas três eleitos, apenas os que estão a tempo inteiro, têm pelouros e têm iniciativa proponente nas respetivas reuniões do órgão. A CDU Fundão não se revê neste modelo, nem neste modo de funcionamento”, declara.

 

Para a CDU Fundão, o imperativo constitucional dos órgãos colegiais pluripartidários obriga a que a força maioritária promova a conjugação e a convergência das vontades dos eleitos das diferentes forças partidárias

“Mais do que os slogans de campanha, o que verdadeiramente interessa é uma visão e uma prática de convergência democrática na resolução dos problemas concretos das populações. E, nesta matéria, todas as vontades têm de contar”, defende a Coligação.

 

A CDU Fundão refere não ter uma visão da gestão municipal alavancada pelo constante confronto entre as forças partidária, nem do que “o quanto pior, melhor” e acrescenta ainda que “mais do que alternar a posição de maioria, exige-se que os vereadores da(s) “minoria(s)” assumam responsabilidades efetivas na gestão municipal e tenham a obrigação de ter iniciativa proponente”.

 

“O Fundão é a Terra que a Gente Sente, cada um de uma forma única e singular, mas, com razão e emoção, é com todos que temos de fazer o caminho do futuro. Dia 1 de Outubro vem aí e, também nesta matéria, nos cabe fazer escolhas e decidi”, conclui.


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