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Quarta, 23 Ago 2017
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POLÍTICA
AUTÁRQUICAS 2017: PUGC DEVE SER SUSPENSO
Rádio Cova da Beira
O candidato à presidência da câmara municipal da Covilhã pelo Bloco de Esquerda (BE) defende “a suspensão imediata do Plano de Urbanização da Grande Covilhã”.
Por Paulo Pinheiro em 11 de Aug de 2017

Em entrevista ao programa “Flagrante Directo”, João Corono destaca a importância do tema e espera que todos os candidatos se pronunciem sobre ele. O candidato do BE defende a suspensão imediata daquele plano

 

“É preciso que o poder político actual, ainda antes das eleições, suspenda o Plano de Urbanização da Grande Covilhã e fique a funcionar o Plano Director Municipal porque o PUGC tinha para a zona baixa da cidade baixas densidades. No PDM estava considerada como REN (Reserva Agrícola nacional) e foi transformada em zona urbanística com o PUGC. Defendo a suspensão imediata desse plano e deixo um desafio aos restantes candidatos à presidência da CMC que falem neste tema, porque é muito importante”

 

João Corono diz ter ouvido como justificação para o desaparecimento do aeródromo o facto daquela área passar a ser considerada de alta densidade “será verdade?” questiona.

 

Para o candidato do Bloco de Esquerda, o esvaziamento do centro da cidade fica, em grande parte, a dever-se à aprovação do plano de urbanização da Grande Covilhã

 

“Está tudo concentrado na parte baixa da cidade mas esta zona não trás turismo ao contrário da parte alta da Covilhã. Se quisermos ganhar um bocadinho da galinha dos ovos de ouro, que actualmente é o turismo, temos que ter uma oferta da Covilhã como cidade de montanha “.

 

A área de intervenção do Plano de Urbanização da Grande Covilhã abrange uma superfície de aproximadamente 2983 ha, englobando para além da cidade da Covilhã, as vilas do Teixoso e do Tortosendo, e os aglomerados de Canhoso, Cantar Galo, Vila do Carvalho, e Boidobra. 


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