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Quarta, 23 Ago 2017
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CULTURA
"TERRA QUE J√Ā FOI TERRA" EM PAMPILHOSA DA SERRA
Rádio Cova da Beira
A partir de domingo, 13 de Agosto, as galerias um e dois do edifício Monsenhor Nunes Pereira, em Pampilhosa da Serra, acolhe a exposição colectiva de pintura "Terra que já foi Terra", de J. Eliseu (filho) e "Horas Vagas" de Mena Eliseu
Por Paulo Pinheiro em 11 de Aug de 2017

A mostra  pode ser visitada até ao dia 31 de Agosto, de segunda a sexta-feira no horário das 0900H às 12:30H e das 1400H às 1900H.

 

Sobre os autores da expoisção:

 

J. Eliseu (filho) Coimbra/1951

Atualmente gerente da Artes & Restauros, empresa vocacionada para a criação, conservação e restauro de obras de arte, dando seguimento a uma tradição familiar com séculos de experiência.

A par deste trabalho surgiu a paixão pela pintura paisagística, retratos de um Portugal quase desaparecido, costumes do mundo rural praticamente inexistente, descambando de quando em vez por outros temas, desde o retrato ao monumental consoante a necessidade de evasão e de inspiração, fazendo por vezes algumas “surtidas” ao campo da pintura intervencionista.

Homenageado no ano 2000 pela Câmara Municipal da Lousã pelos seus 25 anos de Carreira Artística e, mais recentemente no ano 2015, pelos seus 40 anos.

Encontra-se representado no Museu Sarah Beirão, na Universidade de Coimbra, no Turismo de Pombal, Tokushima - cidade geminada com Leiria no Japão, Museu Álvaro Viana de Lemos, Instituto Superior de Viseu, Museu Díonisio Pinheiro e Alice Cardoso Pinheiro, Biblioteca de Tomar, Presidência da República portuguesa, assim como em numerosas colecções particulares, tanto nacionais como estrangeiras, designadamente: nos E.U.A., França, Espanha, Brasil, Canadá e Noruega.

Sérgio Eliseu - Coimbra - 27/07/1979

Doutorado em Arte e Design na FBAUP (Universidade do Porto);

Mestre em Criação Artística Contemporânea (Universidade de Aveiro);

Licenciado em História da Arte pela F.L.U.C. (Universidade de Coimbra);

Expõe pela primeira vez em 1994 com trabalhos em aguarela – Miranda do Corvo ( 7ª Coletiva de artes plásticas). Em 1996 realiza a sua primeira exposição individual no Museu Municipal da Lousã, seguindo-se inúmeras exposições coletivas e individuais em Portugal e no estrangeiro. Em 2007 inicia projetos multimédia dedicados ao paradigma da arte interativa expondo simultaneamente, desde então, em contextos de Arte Contemporânea.

Maria Filomena Gonçalves Tomé Eliseu - Coimbra | 1954

Autodidata, apenas descobriu as suas capacidades de expressão plástica recentemente, tendo realizado a sua primeira exposição individual de pintura na casa de Cultura de Arganil, no ano de 2010.

Voltou a expor individualmente, no ano de 2011, no Parque Municipal de Exposições, durante feira anual de S. João (Lousã) e em 2015 Na Galeria 2 do Edifício Monsenhor Nunes Pereira (Pampilhosa da Serra).

Tendo desde então participado em diversas colectivas: “Arte na Aldeia”, Vale da Silva – Miranda do Corvo; “ArtShow” - Caldas da Rainha “Leiriartes” – Leiria; etc.

“Horas Vagas” situa-se longe das grandes questões artísticas, das ruminações filosóficas, obsessões ideológicas e/ou técnicas, pois a simplicidade da sua arte resulta de uma prática que visa sobriamente esquecer o mundo hipermediatizado que constantemente nos bombardeia os sentidos propagando obsessões e depressões. 


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