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Segunda, 21 Set 2020
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POL�TICA
BE AVANÇA NA COVILHÃ
Rádio Cova da Beira
O Bloco de Esquerda (BE) concorre à câmara da Covilhã nas autárquicas de 1 de Outubro com João Corono, coordenador da estrutura interconcelhia da Cova da Beira do BE, a liderar a lista. Nuno Cruz (à direita) lidera a lista à assembleia municipal e Nuno Pinto, (à esquerda) encabeça a candidatura do bloco à União de freguesias de Covilhã e Canhoso.
Por Paula Brito em 31 de Jul de 2017

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 “A transparência e seriedade que caracterizam a forma de trabalhar do Bloco, há muito fazem falta na Covilhã.” Dizem em comunicado onde apresentam a candidatura que pretende “aportar transparência, seriedade, competência e proximidade à política do Concelho. Devolver as cidades e as freguesias à sua população, retirando-a da subjugação aos interesses e às politicas desastrosas destes últimos 25 anos.”

João Corono, candidato à câmara municipal, tem 63 anos, é gerente de Hotelaria, Restauração e Bebidas, ligado ao movimentos associativo nomeadamente como membro fundador do Grupo de Intervenção Cultural da Covilhã (Teatro das Beiras), onde foi dirigente e actor, do Clube e Campismo e Caravanismo da Covilhã, onde foi atleta e treinador das e ainda do Grupo humanitário de dadores de Sangue e da Casa do Benfica da Covilhã. Actualmente preside à assembleia geral do Arsenal de S. Francisco.

Nuno Cruz, candidato à assembleia municipal, independente, 28 anos, é natural de Vila Nova de Gaia, residente na Covilhã há 10 anos. É licenciado em Sociologia e frequenta o mestrado de Pobreza e Políticas Sociais na Universidade da Beira Interior. Foi presidente do núcleo de estudantes de Sociologia da UBI e actualmente é assistente de loja para o grupo Altice.

Nuno Pinto, candidato á assembleia de freguesia, independente, 40 anos. Natural da Covilhã. Vigilante de profissão. Ex-árbitro da AFCB e passagem pelo associativismo tendo exercido função de secretário no CCD Leões da Floresta.

Com esta candidatura o BE pretende iniciar um novo ciclo autárquico, que invista e valorize as pessoas, que pense e restruture as cidades, vilas e aldeias, que reinvente o comércio e melhor distribua a riqueza, e que não promova de modo nenhum a exclusão social."


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