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Sábado, 19 Out 2019
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SOCIEDADE
PROMOÇÃO VAI SER INTENSIFICADA
Rádio Cova da Beira
O pêssego da Cova da Beira vai ganhar asas nos voos da Sata. Numa acção que a câmara da Covilhã vai dinamizar nas próximas semanas a todos os passageiros de algumas rotas transatlânticas para os Estados Unidos e Canadá e nos circuitos entre Portugal continental e as ilhas vai ser oferecido um pêssego numa embalagem própria tendo em vista a promoção daquele fruto.
Por Nuno Miguel em 30 de Jul de 2017
O anúncio feito por Vítor Pereira em visita efectuada ao mercado do pêssego “conseguimos que ao nível das ligações transatlânticas mas também para as ilhas que o pêssego seja o rei da viagem. Ele vai ser oferecido a todos os viajantes e a certa altura da viagem os comandantes das aeronaves vão explicar aos passageiros a proveniência do pêssego, a sua qualidade e que vale a pena consumir este fruto da nossa região que é o melhor pêssego do país e do mundo”.  
A autarquia covilhanense promoveu, pelo terceiro ano consecutivo, o mercado do pêssego com o objectivo de valorizar um fruto em que metade da produção nacional é cultivada na região. Uma aposta que, de acordo com Vítor Pereira, está a produzir bons resultados “o nosso objectivo é reforçar a componente de produção nas várias qualidades que existem, sobretudo as que conseguimos conservar melhor. O pêssego é um fruto muito atractivo mas é facilmente perecível se não tiver uma boa conservação e eu entendo que se trata de uma batalha ganha uma vez que os nossos produtores estão a produzir cada vez mais e com maior diversidade”. 
Na quinta de Lamaçais estão oito dos maiores produtores de pêssego do país e há novas áreas de cultivo a ser plantadas pelo que dentro de dois anos a expectativa é chegar às duas mil toneladas. Este ano vão ser comercializadas cerca de 800 toneladas devido a algumas quebras de produção sentidas no final da primavera devido às condições climatéricas, como explica Isabel Vaz, uma das responsáveis da sociedade agrícola “nomeadamente na baixa de Orjais houve alguns problemas devido às condições climatéricas em Abril em que as geadas fizeram abortar parte da produção. Temos produtores que tiveram quebras na ordem dos 60 por cento e outros na ordem dos 10 por cento. Mesmo assim a nossa expectativa passa por comercializar 800 toneladas. Neste momento há também novos pomares a serem plantados e a nossa expectativa é que dentro de dois anos estejam a ser produzidas cerca de duas mil toneladas”.

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