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Segunda, 03 Ago 2020
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POL�TICA
STBB E REFORMADOS ESPERAM DECISÃO DO SECRETÁRIO DE ESTADO
Rádio Cova da Beira
O Secretário de Estado da Saúde vai, até ao próximo dia 15 de Julho, dar a conhecer ao Sindicato Têxtil da Beira Baixa se altera a portaria referente à comparticipação dos medicamentos para os reformados do sector ou se vai enviar uma nota informativa para as farmácias para evitar que exista qualquer pagamento na compra de medicamentos genéricos.
Por Nuno Miguel em 22 de Jun de 2017

A decisão foi tomada durante a reunião que o governante manteve com a direcção do sindicato e pretende colocar um ponto final no facto de os reformados estarem a pagar parte da comparticipação na aquisição de genéricos, quando a portaria determina que não podem existir custos associados.

De acordo com Luís Garra os reformados apenas tem de pagar comparticipação se optarem pela compra de medicamentos de marca

“O reformado acederá aos medicamentos gratuitamente salvo se havendo genéricos optar por medicamento de marca. Mantivemos a nossa posição de que o direito que assiste aos reformados dos lanifícios deriva de um desconto adicional que fizeram e, por isso, não podem estar sujeitos a essas regras mas o Secretário de Estado manteve-se irredutível quanto a esta matéria. Ainda tentámos que na portaria colocasse uma cláusula no sentido de que desde que houvesse a decisão atestada pelo médico de que o doente só pode tomar o medicamento de marca que assim fosse. Segundo o membro do Governo isso implicava uma alteração à lei geral da política do preço do medicamento”.

O sindicato vai agora aguardar por conhecer a proposta efectiva por parte do secretário de estado da saúde. Até lá, Luís Garra deixa um alerta a todos os reformados dos lanifícios

“Quando na receita médica já consta que o medicamento tem custo zero ao reformado não aceite que nas farmácias lhe digam que tem que pagar porque isso só pode significar duas coisas: ou a farmácia não tem o medicamento indicado, e tem que o ter, ou significa que a farmácia está a quer impontar um medicamento que não é gratuito. Não passa pela cabeça que seja esta segunda situação e, por isso, o reformado quando vai ao médico leva na receita que o medicamento lhe custa zero se naquela farmácia o informam que tem que pagar não levanta o medicamento e vai a outra”.

Logo que a opção do governo seja conhecida, o sindicato pretende reunir novamente com os reformados dos lanifícios para decidir qual o caminho a seguir.

 

 


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