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Sábado, 15 Ago 2020
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POL�TICA
“VAMOS PRESTAR CONTAS”
Rádio Cova da Beira
Dentro de sensivelmente um mês o governo vai tornar pública a primeira avaliação ao trabalho desenvolvido pela unidade de missão para a valorização do interior do país. O compromisso foi assumido pelo ministro adjunto em recente visita à Guarda.
Por Nuno Miguel em 31 de May de 2017
Eduardo Cabrita sublinha que nem tudo está feito mas o exame do primeiro semestre estava previsto desde que a unidade foi constituída “vamos fazer essa avaliação uma vez que ela está prevista desde o início. Ao fim de seis meses vamos prestar contas sobre o estado de avaliação deste programa. Temos uma visão do interior como um espaço de competitividade e desenvolvimento e é isso que estamos a fazer. Criámos condições de atracção de investimento, colocámos a cooperação transfronteiriça como prioridade das nossas relações com Espanha e apostámos na fixação de quadros. É essa a nossa estratégia”.
O ministro que tutela a unidade de missão para a valorização do interior mostra-se convicto de que a avaliação será positiva e destaca a aplicação de algumas medidas que foram benéficas para toda a região “por um lado a diminuição que foi feita no valor das portagens e por outro lado a redução, em 13 cêntimos, do custo do gasóleo para todos os transportadores internacionais de mercadorias. Há 30 anos que as empresas transportadoras se batiam por isso, foi uma medida que esteve em experiência na Guarda e em Almeida e agora já foi alargada a todo o país”.
Já quanto ao encerramento de balcões da caixa geral de depósitos, Eduardo Cabrita sublinha que essa uma decisão que decorre da lógica de mercado a que o banco público está sujeito e não deve contar para as 164 medidas que previam a abertura de serviços e discriminar positivamente as regiões do interior do país “a caixa geral de depósitos tem uma dimensão de mercado; é um banco público e os critérios de serviço tem de ser devidamente explicitados. O governo está a abrir serviços. Nesta região fecharam tribunais e nós abrimos tribunais. Essa é que é a dinâmica do sector público”.  

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