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Quinta, 02 Abr 2020
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POL�TICA
“A JSD NÃO NEGOCEIA QUOTAS”
Rádio Cova da Beira
O presidente da comissão política distrital do PSD recusa a ideia de negociar lugares para os jovens na composição das listas para as próximas eleições autárquicas. Hugo Lopes foi reconduzido no passado sábado, no quarto congresso distrital, na liderança daquela juventude partidária e sublinha que a grande missão da JSD para os próximos dois anos passa por pensar o futuro do distrito para a próxima década e não em dar resposta a desafios de curto prazo.
Por Nuno Miguel em 30 de May de 2017
“O trabalho de uma estrutura eleita como a nossa tem de ser pensar o distrito, a região e o país a dez, vinte ou trinta anos. Não basta pensar que daqui a três meses vamos ter eleições autárquicas. Temos de trabalhar diariamente junto das populações e não andar a pensar naquilo que se pode conseguir para qualquer jovem. Isso foi o que se pensou durante muitos anos em muitos sítios e mal. É isso que nós não faremos. A JSD não negoceia quotas nem lugares em listas para as próximas eleições nem deve negociar em eleições nenhumas”.  
A moção global de estratégia apresentada a este congresso tem como mote “a interioridade como oportunidade” e onde o líder da distrital da JSD não esconde a sua preocupação pelo facto de Castelo Branco ter quatro dos dez concelhos mais envelhecidos do país. A revisão da lei do associativismo juvenil, a alteração do modelo de financiamento do ensino superior e a criação de assembleias intermunicipais de juventude são questões que a JSD quer colocar na ordem do dia. Outra das prioridades vai para a revisão do modelo administrativo do território “não podemos ter uma mesma sub região, como é o Pinhal Interior Sul, dividido em duas comunidades intermunicipais. Não podemos ter um distrito dividido em três comunidades e assistir passivamente à eleição dos responsáveis dessas estruturas num conclave de presidentes de câmara com uma legitimidade indirecta porque eu posso gostar muito de uma pessoa para liderar o meu município mas entender que outro presidente é mais competente para liderar a comunidade intermunicipal. Temos que repensar este modelo de eleição dos dirigentes”. 
Também presente da tomada de posse dos novos órgãos distritais a vive presidente da direcção nacional do PSD, deixou um forte apelo aos jovens para que se envolvam cada vez mais na vida política de forma activa. Maria Luís Albuquerque refere que na conjuntura nacional “vivemos um momento de descompressão mas que é particularmente propicio a um risco muito sério; não podemos achar que já não é preciso fazer muito esforço porque as coisas vão evoluir bem e sozinhas e que temos de ser mais generosos a distribuir o pouco de riqueza que se conseguiu juntar. É esta repetição de comportamento que nos pode colocar verdadeiramente em risco”.

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