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Sábado, 31 Out 2020
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POL�TICA
“DEMOCRATIZAR, DESENVOLVER E EVOLUIR”
Rádio Cova da Beira
São estes os três grandes eixos que Mónica Ramôa pretende levar por diante caso seja eleita presidente da câmara da Covilhã nas eleições autárquicas do próximo dia um de Outubro. A cabeça de lista da CDU entende que é necessário operar uma mudança de rumo para o futuro do concelho e mostra-se preocupada com alguns dos indicadores que a Covilhã apresenta.
Por Nuno Miguel em 25 de May de 2017

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“Entre 2009 e 2015 o município da Covilhã perdeu mais de três mil residentes e a percentagem de jovens com menos de 15 anos diminuiu muito. Neste período de seis anos perdemos dez freguesias e muitos serviços públicos. O número de empresas decresceu, mais de 500 unidades. Na área do alojamento e restauração, isto é ligadas directamente ao turismo, passou de 442 para 389. Afinal o tal secretário de estado não andou a tratar bem da sua terra”. 
Uma mudança de rumo que a candidata da CDU se propõe operar, desde logo através da democratização “restituir às populações o acesso aos serviços públicos de qualidade. O acesso à educação, à saúde, à cultura, à protecção social, à habitação e à mobilidade; remunicipalizar a água; introduzir ética, inclusão e igualdade de género em toda a actividade do município. Defender uma gestão autárquica democrática e por isso, participada, transparente, íntegra, partilhada e de responsabilidade social.”
Na área do desenvolvimento, Mónica Ramoa aponta a captação de investimentos e o reforço da aposta no sector agrícola e num turismo sustentável como grandes objectivos “há que criar condições de desenvolvimento sustentável e de captação de investimento e isto só é possível com notoriedade, tangibilidade e coesão. Lutar por um turismo sustentável todo o ano, potenciar a instalação de novas indústrias e promover as que já cá estão instaladas. Salvaguardar a agricultura familiar, o património natural e o ambiente como forma de capacitação e de criação de cultura identitária.”
Para a candidata da CDU não basta apenas desenvolver e democratizar. É também necessário fazer evoluir o concelho em algumas áreas chave “promover a cultura, a arte, o desporto, o ensino e a ciência. Estas áreas serão assumidas como um verdadeiro investimento. Só assim será possível, ao nosso concelho, evoluir e ser fecundo de futuros.”

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