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Sexta, 03 Abr 2020
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POL�TICA
“UMA OBRA CONSTRUIDA SEM VISÃO DE FUTURO”
Rádio Cova da Beira
Foi desta forma que o presidente da câmara da Covilhã reagiu a algumas preocupações expressas pela bancada do “MAC” a propósito da circulação rodoviária no eixo TCT.
Por Nuno Miguel em 24 de May de 2017
Na última reunião pública do executivo, Pedro Farromba alertou para a necessidade de tomar medidas que permitam minimizar os efeitos de circulação feita a alta velocidade assim como de corrigir alguns problemas que se verificam naquela via “o TCT é hoje, em teoria, quase uma rua e onde as pessoas circulam ali a pé sem passeios e há carros que também ali circulam a grande velocidade. Eu acho que é necessário haver uma intervenção para se perceber como é que se pode corrigir algumas situações, uma vez que não se pode a curto prazo construir passeios em todo o TCT a curto prazo, mas imposta estudar esta situação para se perceber como é que podemos reduzir a questão da velocidade. E já agora chamo também a atenção para a existência de rails danificados em alguns sítios que precisam de ser reparados urgentemente”.   
Na resposta, Vítor Pereira sublinha que o TCT é uma via estruturante para o concelho mas que foi construído com base num projecto elaborado na década de 70 “sem visão de futuro e sem equacionar que é uma via que liga duas vilas importantes e que se constitui como uma das principais ligações de acesso à sede de concelho. Houve imediatismo em construir uma via para mostrar trabalho feito mas sem pensar que devia ter passeios, devia ter duas faixas de rodagem e sem se ter permitido construir uma série de loteamentos mesmo em cima da estrada”
O autarca covilhanense admite que está a ser equacionada uma intervenção naquela via para corrigir alguns problemas, nomeadamente relacionados com o excesso de velocidade, mas reconhece que a tarefa não é fácil “agora temos que, em Português corriqueiro, atamancar porque não vamos mandar destruir vivendas nem podemos construir os passeios de um dia para o outro. Reconheço que o senhor vereador tem razão e há ali vários troços em que a velocidade de circulação automóvel é excessiva e temos que tomar medidas. É uma questão que estamos a avaliar”. 

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