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Quinta, 02 Abr 2020
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POL�TICA
“CHEGA! BASTA! É NECESSÁRIO FAZER A RUPTURA”
Rádio Cova da Beira
Marco Batista quer uma Covilh㠓positiva, dinâmica e não arrogante”. No dia da apresentação oficial da candidatura da coligação do PSD e PPM “Vontade Mudar”, concorrente às próximas autárquicas no concelho da Covilhã, Marco Batista, líder da lista à Câmara Municipal, admite que “o caminho é difícil e íngreme mas é preciso colocar a Covilhã no rumo certo. Este é momento das escolhas e das grandes opções”, disse o candidato.
Por Paula Charro em 22 de May de 2017

O palco foi instalado no largo de Infantaria XXI, ao jardim público, onde se situa a sede de campanha, também inaugurada no sábado, o candidato da coligação PSD/PPM, depois de uma viagem por partes da história covilhanense, afirma que a Covilhã tem que ser positiva, dinâmica e não arrogante”.

Uma Covilhã que no século XXI tem que ser “colaborativa com as suas instituições, lado a lado com as 21 juntas de freguesia do concelho, com a sua Universidade da Beira Interior, cooperando com as mais de 230 associações espalhadas pelo concelho. É nos pormenores que se mostram as grandes diferenças”.-

Nas eleições autárquicas no concelho da Covilhã, Marco Batista deixou claro que que não pretende falar do passado

“Se estas eleições autárquicas se concentrarem nos últimos 20 anos, ou seja, entre 1997 e 2017, então temos dois protagonistas a concorreram. Nas últimas quatro eleições autárquicas tanto o presidente da câmara eleito como o candidato independente concorreram á presidência do município em três delas e dividiram o poder municipal nos últimos 20 anos. Se querem falar do passado e discutir os respectivos erros estão identificados os protagonistas e os culpados. Não contem comigo nem com o movimento “Vontade Mudar” para discutir os erros do passado pois esses têm os protagonistas próprios uns por acção e outros por cumplicidade”.

Antes de elencar as prioridades para concelho, o candidato da coligação PSD/PP à presidência a CMC nas eleições autárquicas de 1 de Outubro de 2017 deixou duras críticas à gestão do município nos últimos anos

“Nos últimos anos, a falta de crescimento económico, a incapacidade de atrair investimento, o desemprego local galopante, de perda de capacidade institucional” levou Marco Batista como cidadão residente neste concelho, a sentir a necessidade de oferecer a uma nova esperança.

“Senti a necessidade de vos dizer, olhos nos olhos, que para mim a Covilhã é o destino final da minha vida política e nunca o apeadeiro ou ponto de passagem da mesma”.

O candidato da coligação reafirma os cinco vectores para o desenvolvimento do concelho: transparência municipal; encontrar soluções para ultrapassar os problemas existentes na rede viária municipal “comigo não existirão buracos na cidade e no concelho”; educação, cultura e acção social são prioridades (erradicar os casos de pessoas com fome e sem habitação. Inovação na educação e igualdade de oportunidades no acesso ao emprego. Criar um arquivo com as tradições, usos e costumes de todas as freguesias do concelho).

Caso seja eleito, o candidato promete criar um programa “Jovem Europeu”, uma marca identificadora do concelho (com os produtos endógenos existentes e outros transformados), e na área do turismo desenvolver novos produtos e devolver o rio Zêzere à cidade “teremos a marca da água e do trabalho impressa no dia-a-dia nos próximos quatro anos”, disse. Marco Batista quer que o concelho da Covilhã volte a crescer de forma harmoniosa “em riqueza, em cultura e qualidade de vida sem repetir os erros cometidos que levaram à falência de quase toda uma fileira estratégica em Portugal ”.

Quase no final da intervenção, Marco Batista deixou um apelo á população “para que não se deixe enganar pela demagogia simples e barata dos nossos adversários… não necessitamos de ruído, a Covilhã não necessita de mais demagogia para confundir os covilhanenses. Chega! Basta! É necessário fazer a ruptura. Esta campanha não poderá ser a campanha de quem berra mais alto”, afirmou o candidato.

Uma sessão, onde Gonçalo da Câmara Pereira, em representação do PPM, e com a promessa de não cantar, disse que o Partido Popular Monárquico “fez a escolha certa para mudar a Covilhã” com um nova onda “que dentro de seis meses vai arrasar e todos a vão surfar em direcção à câmara” referiu.

Um concelho que é vital para a região e para o país, com enormes potencialidades “oportunidades que infelizmente, nos últimos anos, foram desperdiçadas. Foram quatro perdidos ”, disse o líder da distrital de Castelo Branco do PSD. Para Manuel Frexes, a Covilhã e os covilhanenses precisam “de um novo ciclo e de um novo rumo. A Covilhã não pode ser um obstáculo ao desenvolvimento da região”, frisou.

Para o presidente da comissão política distrital do Partido Social Democrata, no próximo dia 1 de Outubro, os covilhanenses são chamados a escolher “entre regressar ao passado ou escolher o caminho do futuro e da nova geração.  Marco Batista vai fazer novamente da Covilhã o maior pólo do concelho”.

Duarte Pacheco, da direcção nacional do PSD, referiu que a se a Covilhã perdeu nos últimos anos “não é por culpa do contexto é porque quem tem estado à frente dos seus destinos adormeceu e perdeu a coragem. O PSD tem orgulho do passado, mas esse não volta mais”., lembrou.

A coligação PSD/PPM tem como mandatária Hermínia Oliveira e para a juventude Patrícia Gomes.


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