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Domingo, 25 Ago 2019
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SOCIEDADE
“MUDANÇA TRAZ BENEFÍCIOS À REGIÃO”
Rádio Cova da Beira
O coordenador distrital do STAL garante que o processo de mudança de instalações da delegação da Covilhã decorreu de forma clara e transparente e mostra-se surpreendido com as críticas de alguns dirigentes em relação à transferência de serviços para a casa sindical daquela cidade.
Por Nuno Miguel em 28 de Feb de 2017

De acordo com José Rocha não existiu qualquer imposição nesse sentido por parte da direcção nacional e a decisão foi tomada depois de cinco reuniões da comissão executiva e da direcção regional “foi ai que foi apresentada esta hipótese de mudança de instalações. A medida foi apresentada para ultrapassar o défice e podermos, daqui amanhã, a garantir o posto de trabalho da funcionária que poderia ficar em causa e atender os associados com mais celeridade, menos gastos e mais recursos. Estas medidas foram votadas em direcção regional e teve o voto de 18 dirigentes a favor, dois contra e duas abstenções”.

Em entrevista ao programa “Flagrante Directo” da RCB, José Rocha refere que todos os direitos da funcionária da delegação vão ser salvaguardados, existindo a hipótese de continuar a desenvolver a sua actividade no quadro da casa sindical da Covilhã. Uma mudança benéfica para todos, afirma o coordenador “o custo até podia ser zero mas não; é um benefício de 200 euros que a região deixa de ter de pagar, que são suportados inteiramente pela direcção nacional. O Stal de Castelo Branco passa a dispor desse montante para a actividade sindical e por isso nem sequer se pode questionar se é mais caro ou mais barato”.

José Rocha lamenta ainda que esta situação tenha originado a demissão de Joaquim Pantaleão dos órgãos distritais do sindicato e que, na hora da saída, afirmou que o distrito corre o risco de ter um Stal em Castelo Branco e outro na Covilhã. Uma situação que, diz o coordenador do sindicado, não corresponde à realidade “não há dois Stal; só há uma direcção no distrito. Mas eu deixo aqui uma questão: porque é que não temos uma delegação em cada município para que os trabalhadores não tenham de se deslocar de Vila de Rei a Castelo Branco ou do Fundão à Covilhã? O futuro dos sindicatos, tal como de qualquer empresa é prestar o melhor serviço junto dos associados”.

Já em relação ao futuro das instalações da anterior delegação, José Rocha refere que a última palavra vai caber à direcção nacional do sindicato mas não se mostra favorável a uma eventual alienação do imóvel “sou apologista de que aquelas instalações deviam ser arrendadas e o dinheiro reverter para a região, sem alienação. È óbvio que essa decisão vai depender daquilo que for a posição colectiva da direcção regional e da direcção nacional porque eu não mando sozinho. Por acaso há interessados em alugar o imóvel mas resta saber se é viável porque é algo que precisa de ser estudado porque quem comprou a casa foi a sede nacional”.


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