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Domingo, 26 Mar 2017
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SOCIEDADE
NOVO MODELO DE CEDÊNCIA EM ANÁLISE
Rádio Cova da Beira
O presidente da direcção do lar D. Bárbara Tavares da Silva lançou um repto ao ministro da solidariedade social para que seja cedida à instituição o direito de superfície da quinta da Senhora do Incenso onde está a funcionar a unidade de cuidados continuados e uma estrutura residencial para idosos com capacidade para 24 pessoas.
Por Nuno Miguel em 17 de Feb de 2017

De acordo com Domingos Torrão esse passo é determinante para que o lar possa avançar com alguns projectos de requalificação e expansão que estão previstos para aquele espaço “estamos a desencadear o procedimento para efeitos de direito de superfície sobre esta quinta, que foi doada pelo Dr. Adelino Galhardo, e onde no testamento está uma cláusula que proíbe a sua alienação. Aquilo que sabemos é que é propriedade do instituto da segurança social mas com todos os investimentos que temos feito neste espaço e para onde temos mais projectos nós necessitamos do direito de superfície com o objectivo de avançar com candidaturas. Essa situação ia dar-nos mais garantias que o contrato de comodato que temos actualmente e que não nos satisfaz”.

A requalificação da estrutura residencial para idosos que funciona nesta quinta e o aumento da sua capacidade é um dos projectos que está em cima da mesa. Domingos Torrão refere que “neste momento temos aqui 27 utentes mas já há um parecer da segurança social que nos permite chegar aos 50; por isso pretendemos avançar com esta remodelação mas naturalmente que isso também está dependente das taxas de financiamento. Aquilo que estamos a pensar é avançar com a requalificação de algumas instalações que aqui temos, na continuidade da unidade de cuidados continuados, e podemos ter uma capacidade de resposta para pessoas com poder de compra e que gostariam de estar próximos a este tipo de cuidados”.

Actualmente a quinta da Senhora do Incenso está cedida ao Lar D. Bárbara Tavares da Silva através de um contrato de comodato. De visita esta manhã à unidade de cuidados continuados o ministro da solidariedade admite que já estão a ser dados passos no sentido de encontrar uma nova fórmula que não seja um entrave ao desenvolvimento de novos projectos “estes terrenos não podem ser alienados pelo estado mas há condições para criar outros modelos para a sua utilização por parte de parceiros sociais, que já foi seguida noutros casos, e que podem ser mais sólidas que um contrato de comodato. É um assunto que está a ser tratado pelos serviços mas que eu julgo que é possível de concretizar”.

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