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Terça, 19 Nov 2019
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DESPORTO
BENFICA C.BRANCO - 1 SOURENSE - 2
No Benfica e Castelo Branco j? se nota preocupa??o do treinador, do presidente e tamb?m dos jogadores e s?cios da colectividade. O ?ltimo lugar ? terceira jornada n?o se esperava e h? que arrepiar caminho o quanto antes. V?tor Cunha concorda com a nossa an?lise na transposi??o de jogo e a? est?, sem d?vida, uma das lacunas por n?s detectadas. Mas tamb?m na defensiva h? inquieta??o, n?o se podem consentir golos t?o levianamente?
Por João Perquilhas em 26 de Sep de 2009

Os da casa até entraram bem na partida mas ao primeiro deslize (minuto 7) acabaram por sofrer um golo. A um cruzamento do lado esquerdo do ataque do Sourense, em que a defensiva albicastrense facilitou pela sua passividade, correspondeu Ricardo com uma cabeçada a enviar a bola para o fundo das redes da baliza de Hélder Cruz. Era o inicio menos almejado pelos responsáveis encarnados, e agora era preciso correr atrás do prejuízo.

A reacção foi imediata e aos 14`o empate só não aconteceu porque, o guardião Vítor Nogueira, defendeu superiormente um livre apontado por Miguel Vaz.

Com vantagem no marcador, a equipa de Soure estava tranquila e jogava no erro caseiro para tentar ampliar. Esta conjuntura quase dava frutos quando ao minuto 19 Mané cabeceou de cima para baixo e obrigou Hélder Cruz a defesa de recurso, evitando assim males maiores.

Se na defesa era visível alguma intranquilidade, na transposição de jogo defesa/ataque a ligação não era feita da melhor forma, pelo que a bola raramente chegava em condições de criar embaraços ao guardião contrário. De bola parada tudo era diferente. Há jogadas estudadas e, numa delas, o empate foi desperdiçado por Fabrício que rematou às malhas laterais.

Na segunda metade era preciso fazer mais alguma coisa para inverter o rumo dos acontecimentos e tudo parecia caminhar nesse sentido, visto que o empate alcançado quatro minutos após o reatamento por intermédio de Daniel Fernandes, poderia ser o tónico capaz de levar a equipa para uma exibição em crescendo. Puro engano! A equipa continuou com sérias dificuldades na transposição de jogo da forma mais adequada e, pior ainda, permitia que o Sourense se acercasse perigosamente da sua baliza.

Foi por isso sem surpresa que o segundo golo para os de Soure aconteceu. Garcês (64`) no sítio certo não perdoou a chance de pôr de novo a sua turma na frente do marcador, e cabia de novo ao Benfica da Beira Baixa, a tarefa de correr atrás do prejuízo.

Fixe imediatamente a seguir ainda rematou rente ao poste direito da baliza forasteira, mas o sinal mais continuava a ser dos comandados de Nuno Raquete, que estiveram á beirinha do terceiro por duas vezes. Hélder Cruz defendeu superiormente um remate de Garcês que se isolara, e na recarga valeu Nuno Marques em cima da linda de baliza a evitar que Telmo festejasse.

No período de compensação o Benfica tudo fez para pelo menos conseguir o empate mas a desinspiração manteve-se até ao final e nem um cabeceamento de Fabrício, após pontapé de canto de Miguel Vaz, levou o caminho certo (rasou a trave).

Enfim… Sobrou transpiração, faltou inspiração…

A arbitragem de Nuno Martins e seus pares não interferiu no desenrolar do encontro.


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