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Domingo, 15 Set 2019
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DESPORTO
BENFICA C.BRANCO - 1 SOURENSE - 2
No Benfica e Castelo Branco j? se nota preocupa??o do treinador, do presidente e tamb?m dos jogadores e s?cios da colectividade. O ?ltimo lugar ? terceira jornada n?o se esperava e h? que arrepiar caminho o quanto antes. V?tor Cunha concorda com a nossa an?lise na transposi??o de jogo e a? est?, sem d?vida, uma das lacunas por n?s detectadas. Mas tamb?m na defensiva h? inquieta??o, n?o se podem consentir golos t?o levianamente?
Por Jo√£o Perquilhas em 26 de Sep de 2009

Os da casa até entraram bem na partida mas ao primeiro deslize (minuto 7) acabaram por sofrer um golo. A um cruzamento do lado esquerdo do ataque do Sourense, em que a defensiva albicastrense facilitou pela sua passividade, correspondeu Ricardo com uma cabeçada a enviar a bola para o fundo das redes da baliza de Hélder Cruz. Era o inicio menos almejado pelos responsáveis encarnados, e agora era preciso correr atrás do prejuízo.

A reacção foi imediata e aos 14`o empate só não aconteceu porque, o guardião Vítor Nogueira, defendeu superiormente um livre apontado por Miguel Vaz.

Com vantagem no marcador, a equipa de Soure estava tranquila e jogava no erro caseiro para tentar ampliar. Esta conjuntura quase dava frutos quando ao minuto 19 Mané cabeceou de cima para baixo e obrigou Hélder Cruz a defesa de recurso, evitando assim males maiores.

Se na defesa era visível alguma intranquilidade, na transposição de jogo defesa/ataque a ligação não era feita da melhor forma, pelo que a bola raramente chegava em condições de criar embaraços ao guardião contrário. De bola parada tudo era diferente. Há jogadas estudadas e, numa delas, o empate foi desperdiçado por Fabrício que rematou às malhas laterais.

Na segunda metade era preciso fazer mais alguma coisa para inverter o rumo dos acontecimentos e tudo parecia caminhar nesse sentido, visto que o empate alcançado quatro minutos após o reatamento por intermédio de Daniel Fernandes, poderia ser o tónico capaz de levar a equipa para uma exibição em crescendo. Puro engano! A equipa continuou com sérias dificuldades na transposição de jogo da forma mais adequada e, pior ainda, permitia que o Sourense se acercasse perigosamente da sua baliza.

Foi por isso sem surpresa que o segundo golo para os de Soure aconteceu. Garcês (64`) no sítio certo não perdoou a chance de pôr de novo a sua turma na frente do marcador, e cabia de novo ao Benfica da Beira Baixa, a tarefa de correr atrás do prejuízo.

Fixe imediatamente a seguir ainda rematou rente ao poste direito da baliza forasteira, mas o sinal mais continuava a ser dos comandados de Nuno Raquete, que estiveram á beirinha do terceiro por duas vezes. Hélder Cruz defendeu superiormente um remate de Garcês que se isolara, e na recarga valeu Nuno Marques em cima da linda de baliza a evitar que Telmo festejasse.

No período de compensação o Benfica tudo fez para pelo menos conseguir o empate mas a desinspiração manteve-se até ao final e nem um cabeceamento de Fabrício, após pontapé de canto de Miguel Vaz, levou o caminho certo (rasou a trave).

Enfim… Sobrou transpiração, faltou inspiração…

A arbitragem de Nuno Martins e seus pares não interferiu no desenrolar do encontro.


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