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Sábado, 21 Out 2017
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POLÍTICA
“SERÁ AINDA NESTE MANDATO ?”
Rádio Cova da Beira
A bancada do Partido Socialista na câmara do Fundão quer saber se o contrato de concessão de abastecimento de água em baixa, celebrado entre o município e a “Aquália”, vai ou não ser revisto antes do final do mandato.
Por Nuno Miguel em 31 de Jan de 2017

Na última reunião pública do executivo, António Quelhas referiu que “logo numas primeiras reuniões que tivemos neste mandato o senhor presidente afirmou que dentro de poucos meses iria haver uma revisão do contrato de concessão com grande benefício para o concelho. Na altura até foram traçadas metas de redução em termos das garantias desse contrato. Mas já estamos a acabar o mandato e nós temos perguntando recorrentemente por este assunto e a resposta é sempre para o mês ou ano seguinte. A questão que eu coloco é se ainda vai ser neste mandato ou será que tem de ser outra equipa a fazê-lo?” interrogou.

Na resposta o presidente da câmara do Fundão não quis avançar com qualquer prazo mas assume que a questão continua sem cima da mesa. Paulo Fernandes sublinha que o processo negocial tem vindo a decorrer mas ainda sem um entendimento entre as partes “eu continuo com esse processo de negociação; não é um processo simples uma vez que nós colocámos em cima da mesa a questão da redução da rentabilidade e não tem sido possível chegar a um quadro de entendimento. Tem sido muito difícil e eu não vou fazer um acordo que prejudique o concelho nem que para isso tenha que demorar o tempo que for necessário”.   

Nesta reunião pública do executivo foi ainda adjudicado, por unanimidade, o serviço de recolha e transporte de resíduos sólidos urbanos à empresa “Lurec”, que venceu o concurso público internacional para assegurar esse serviço nos próximos cinco anos. Embora se trate da mesma empresa que actualmente é responsável pela prestação desse serviço, Paulo Fernandes sublinha que “o preço base rondava um milhão e 400 mil euros e o valor de adjudicação foi de um milhão e 347 mil euros o que significa uma poupança líquida por ano na casa dos 120 mil euros. É uma redução de 31 por cento em relação ao que estava e este resultado é, naturalmente, muito positivo para nós”.


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