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Quarta, 23 Ago 2017
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POLÍTICA
CMC: JOAQUIM MATIAS APRESENTA VOTO DE PROTESTO
Rádio Cova da Beira
“Um voto de protesto pela publicação de uma informação que não corresponde à verdade”. Foi desta forma que o vereador do PSD na câmara da Covilhã se insurgiu contra a publicação, nas redes sociais, da aprovação de um voto de pesar na última reunião privada do executivo sem que as actas tivessem ainda sido aprovadas e sem relatar o que verdadeiramente aconteceu.
Por Nuno Miguel em 24 de Jan de 2017

No último encontro público do executivo, o vereador social democrata sublinhou que “quando um dia destes fui chamado à atenção pelo facto de numa página de facebook virem referências à ultima reunião privada de câmara, e que ainda por cima não traduzem a verdade do que se passou, deixa-nos a todos numa situação de muito desconforto. A informação do que aconteceu nessa reunião privada de câmara saiu de alguém que estava lá dentro. Não foi ninguém que teve acesso a uma acta, porque ela ainda nem sequer foi aprovada, e é por isso que eu trago aqui este protesto. Eu não desconfio de ninguém mas esta situação é lamentável”.  

Uma questão que também mereceu o protesto de José Pinto. O vereador da CDU considera que se está perante um caso de falta de ética “há pessoas que o que querem é que se fale delas mas eu já dei o que tinha a dar para esse campeonato porque essa pessoa a mim nunca me enganou e não merece crédito. Agora lamento que estejamos no meio de um grupo que não tem ética. Não sei quem foi, mas se foi um político falta-lhe ética política e se foi um técnico falta-lhe a ética que um profissional deve ter. Assim não podemos dar dignidade ao órgão”.

Já o líder da bancada do movimento “Acreditar Covilhã” lançou o desafio para a realização de uma reunião com todos os vereadores no sentido de tomar medidas para evitar que a situação se repita. Pedro Farromba considera que se está perante um episódio lamentável “mais do que onde apareceu escrito, importa saber porque é que isso aconteceu e mais do que saber quem foi importa saber é como é que o evitamos no futuro. Eu nem sequer cá estava mas fiquei chocado porque, se bem me recordo, foi a primeira vez que uma situação deste tipo aconteceu e por isso eu acho que devemos sentar-nos os sete eleitos e adoptar mecanismos para que uma situação destas não volte a ocorrer”.

Também o presidente da câmara municipal da Covilhã se pronunciou sobre o tema. Vítor Pereira sublinha que “o cidadão em causa devia ter a dignidade de se saber comportar com urbanidade, com civismo e com respeito porque já tem idade para isso. Não perco mais tempo com as atoardas e mentiras deste senhor”.

Uma questão que mereceu o comentário de todas as bancadas, mas nenhum deles se referiu ao nome de quem terá feito essa publicação numa rede social.

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