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Quinta, 25 Mai 2017
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POLÍTICA
“TENHO AMBIÇÃO MÁXIMA”
Rádio Cova da Beira
Adolfo Mesquita Nunes garante que a sua candidatura à presidência da câmara da Covilhã nas próximas eleições autárquicas não é apenas para marcar presença e cumprir com o calendário eleitoral.
Por Nuno Miguel em 21 de Jan de 2017

O antigo secretário de estado do turismo aceitou o convite que lhe foi endereçado pela concelhia do CDS para encabeçar a lista à liderança da autarquia e parte com ambição máxima ao nível da apresentação de listas às juntas de freguesia do concelho “eu tenho uma ambição máxima, não só para a cidade como para toda a candidatura. Vamos iniciar agora um processo de auscultação, ouvir a cidade e depois disso teremos tempo para apresentar as nossas propostas e as nossas listas mas repito essa ideia de que tenho uma ambição máxima. Não entro nestes desafios apenas para marcar presença”.

 

Captação de novos investimentos, emprego, turismo e animação cultural são os quatro principais vectores desta candidatura que está agora a iniciar um processo de auscultação de toda a sociedade “estou apostado em ouvir as pessoas, os sectores mais dinâmicos da cidade da Covilhã e todos os que podem ajudar a cidade a ganhar a relevância que perdeu. Eu não vejo outra forma de construir o programa eleitoral e de governar a câmara que não passe por ouvir as pessoas. Este é o trabalho que estamos agora a fazer, de forma mais ordenada e estruturada, dentro dos quatro eixos que já definimos que são o investimento, o emprego, o turismo e a animação cultural”.

 

Adolfo Mesquita Nunes que recentemente foi elogiado pelo ex presidente da autarquia covilhanense, Carlos Pinto. Questionado pela RCB sobre se esse pode ser o nome do cabeça de lista à presidência da assembleia municipal, o candidato à autarquia sublinha que não vale a pena discutir um cenário que não depende apenas do CDS “eu agradeço essas palavras mas só posso pronunciar-me pela minha candidatura e pela minha disponibilidade. Não vale a pena estar a discutir cenários que nem sequer dependem de nós. Quem quiser juntar-se será muito bem vindo desde que concorde com as nossas ideias e que aceite a nossa bandeira mas neste momento o meu foco é outro. Acho que se perde demasiado tempo com conjecturas e com factos políticos quando o mais importante é discutir as ideias para a cidade e isso é que eu ainda não vejo discutido. Só vejo cenários e possíveis jogadas políticas de uns e de outros e o mais importante é discutir se estamos ou não de acordo com as ideias para a cidade”.


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