RCB/TuneIn
Quarta, 23 Set 2020
PUB
UBI
CIMD Cabecalho
SOCIEDADE
“UMA RESPOSTA CADA VEZ MAIS PRÓXIMA”
Rádio Cova da Beira
O bispo da Guarda quer intensificar o combate às situações de pobreza e exclusão social em todo o território da diocese com o desenvolvimento de vários programas de proximidade tendo em vista uma melhor identificação do número de casos existentes.
Por Nuno Miguel em 24 de Dec de 2016

Outras da categoria:

Na tradicional mensagem de Natal à comunidade, D. Manuel Felício mostrou-se preocupado com o crescente número de pessoas e famílias que estão a ser afectadas por estes problemas, resultantes da crise que afectou a região nos últimos anos “estamos empenhados em que os serviços da cáritas diocesana se estendam às periferias e que com a sua competência técnica possam trabalhar no sentido de identificar as situações de carência existentes, mesmo as não visíveis a olho nu. Quer através do programa «próximo mais próximo» que está a ser desenvolvido para ir ao encontro das paróquias, quer através da marcação de tempos e lugares determinados de atendimento e sempre a contar com as instituições que já actuam no terreno nós queremos contribuir para dar resposta às situações variadas e de especial dificuldade que estão a atingir um número crescente de pessoas e famílias”.    

 

Nesta mensagem de Natal, o bispo da diocese da Guarda deixou ainda uma palavra especial dirigida às crianças “temos que distinguir com atenção privilegiada as que não têm pai nem mãe como os teve o menino Jesus. Temos que cuidar delas, ajuda-las a crescer na vida e a realizarem o sonho legítimo de construírem o seu futuro com dignidade. Queremos trabalhar para oferecer a essas crianças as condições que lhes faltam para viverem felizes”. 

 

O combate às situações de solidão e abandono deve também merecer uma atenção especial nesta quadra natalícia, afirma o bispo da diocese da Guarda. D. Manuel Felício reconhece que há ainda muito a fazer mas esse é um problema que não se resolve com a legalização da eutanásia “há muito a fazer no combate a estas formas de marginalidade que, em situações mais extremas, podem levar os implicados a pedir para lhes anteciparem a morte. Ora a solução não é legalizar a eutanásia, pois essa é a escolha mais fácil, e que significaria sempre a rendição da sociedade e das suas instituições diante das dificuldades em vez de procurar congregar esforços, com o empenho de todos, para as superar. É ainda bom lembrar que uma decisão desta natureza não é legítimo ser tomada nas costas da sociedade civil que não elegeu os seus deputados para isso”.   


  Redes Sociais   Facebook

2007—2020 © Rádio Cova da Beira

Todos os direitos reservados