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Sábado, 16 Out 2021
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SOCIEDADE
SCMC APROVA ORÇAMENTO PARA 2017
Rádio Cova da Beira
A assembleia geral da Santa Casa da Misericórdia da Covilhã aprovou por unanimidade o plano de actividades da instituição para o próximo ano. Com um orçamento de três milhões e 700 mil euros a grande prioridade vai incidir na consolidação da estratégia e da situação financeira que a actual mesa administrativa tem vindo a implementar.
Por Nuno Miguel em 30 de Nov de 2016

Em declarações à RCB o secretário da mesa administrativa da misericórdia da Covilhã sublinha que “a consolidação da própria instituição continuar a ser o nosso grande objectivo; é um caminho que temos vindo a percorrer com bastante esforço e também continuar a dar as respostas que a sociedade espera de nós. Temos de alguma forma alguma preocupação em procurar encontrar novas respostas que permitam uma dependência menos fracturante daquilo que é o que estado nos destina para fazer face às solicitações que cada vez são maiores”.

Jorge Saraiva acrescenta que no plano de actividades para 2017 a instituição quer continuar a aposta na requalificação dos trabalhadores que tem vindo a ser desenvolvida assim como melhorar as condições de acessibilidade aos edifícios de todas as valências “nomeadamente do edifício sede e a igreja matriz; são uma materialização que já está em curso com o objectivo de melhorar a acessibilidade e que nós esperamos que isso possa estar concluído em breve”.

Por outro os novos projectos está a construção de um espaço ligado à saúde, com um ginásio e uma piscina de recuperação, que resulta de uma candidatura aprovada pela santa casa da misericórdia de Lisboa ao abrigo do projecto “Rainha D. Leonor”: “esse é um projecto que nos vai permitir ampliar a nossa oferta na área da saúde aos nossos utentes em primeiro lugar e depois à irmandade e à comunidade em geral. Esperamos que durante o primeiro trimestre do próximo ano essa ideia possa começar a ser desenvolvida”.

Quanto à concretização de outros projectos, o secretário da mesa administrativa da misericórdia da Covilhã admite que há várias ideias que podem ser colocadas em prática dependendo da abertura de linhas de financiamento comunitário para o sector da economia social.

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