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Sexta, 23 Out 2020
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POL�TICA
“O PAÍS NÃO PODE DESISTIR DESTA PARCELA DO TERRITÓRIO”
Rádio Cova da Beira
António Costa afirma que o governo não vai desistir do desenvolvimento do interior do país. A afirmação feita pelo primeiro ministro no encerramento das jornadas parlamentares do PS que decorreram na Guarda.
Por Nuno Miguel em 23 de Nov de 2016

O chefe do governo sublinha que não é possível desenvolver o país sem apostar nas pessoas e em fortalecer dos territórios e, no caso concreto do interior, esse desenvolvimento deve ser concretizado com um forte reforço da ligação transfronteiriça “é um esforço conjunto que temos que desenvolver com Espanha, com as províncias vizinhas, porque há aqui um esforço conjunto de desenvolvimento que temos de fazer. O país não pode desistir desta parcela do território. Um país que precisa de crescer e de aumentar o seu potencial de crescimento tem que investir nas pessoas e no território e nós não desistimos do desenvolvimento do interior porque esse é um enorme capital que nós necessitamos para que o conjunto do país seja mais desenvolvido, próspero e tenha uma riqueza melhor partilhada entre todos”.

António Costa afirmou que a coesão territorial vai continuar a ser um dos grandes objectivos do governo, deixando como exemplo a diminuição do valor do IRC para as empresas sediadas no interior do país a partir do próximo ano. Mas há outras questões que o primeiro ministro espera ainda desbloquear “na oportunidade que vamos ter para renegociar o acordo de parceria com Bruxelas de poder corrigir um dos maiores erros que foi cometido pelo anterior governo que foi ter deixado a descoberto nos fundos comunitários o financiamento de algumas vias que são essenciais, em particular as que fazem ligação a zonas de desenvolvimento empresarial, porque ninguém vai fixar empresas em zona alguma se não tiver boas condições de acessibilidade”.  

No encerramento destas jornadas, António Costa deixou ainda a garantia de que as comissões de coordenação e desenvolvimento regional vão ser eleitas pelos autarcas depois das eleições agendadas para o próximo ano, por forma a assegurar uma melhor representatividade das populações.   


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