RCB/TuneIn
Segunda, 11 Dez 2017
PUB
UBI
CIMD Cabecalho
POLÍTICA
“UMA NOTÍCIA QUE ENVERGONHA A CIDADE”
Rádio Cova da Beira
Pedro Farromba desafia o presidente da câmara da Covilhã a clarificar se foi ou não constituído como arguido no processo que envolve a autarquia e a esposa e a cunhada de Manuel Santos Silva, presidente da assembleia municipal com mandato suspenso, a propósito de um processo de loteamento de terrenos no Canhoso.
Por Nuno Miguel em 05 de Nov de 2016

O tema voltou à ordem do dia depois de uma reportagem publicada na edição desta semana da revista “Sábado”. Uma notícia que envergonha o concelho, afirma o vereador do movimento Acreditar Covilhã “entristece-me muito que este tipo de notícias seja publicado; são notícias que envergonham o concelho e os covilhanenses e de uma vez por todas devia haver uma afirmação pública por parte do presidente da câmara se é ou não arguido neste processo e pelas declarações que presta à revista percebe-se que alegadamente o será. Nós fomos os únicos a votar contra essa questão, manifestamos publicamente o nosso profundo desagrado em relação ao que aconteceu e noticias destas numa revista de abrangência nacional é algo que nos deixa triste porque envergonham a cidade e o concelho”.

 

A questão voltou a estar em cima da mesa na última reunião privada do executivo, mas no final mereceu poucas palavras por parte de Vítor Pereira “essa questão não merece um minuto do meu precioso tempo e das minhas energias que são todas canalizadas para a resolução dos problemas dos covilhanenses. Isso é que efectivamente me preocupa e não notícias, artigos de opinião ou boatos. Não faço comentários porque se o fizesse era estar a dar importância a algo que não a tem”.

 

Recorde-se que em Novembro de 2014 a autarquia deliberou ficar na posse de um terreno pertencente às suas cidadãs e auferir uma importância monetária de 13 mil e 400 euros depois de Maria Teresa Silva e Rosa Cruz terem sido condenadas pelo tribunal da relação de Coimbra ao pagamento de uma indemnização à câmara da Covilhã no valor de 260 mil euros. Posteriormente a este acordo as duas cidadãs interpuseram uma acção nos tribunais contra a câmara da Covilhã onde exigem o pagamento de uma indemnização superior a 300 mil euros pela expropriação de terrenos para a construção da estrada entre o Canhoso e Vila do Carvalho.


  Redes Sociais   Facebook

2007—2017 © Rádio Cova da Beira

Todos os direitos reservados