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Sexta, 10 Jul 2020
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POL�TICA
“UM ORÇAMENTO AMIGO DA AGRICULTURA”
Rádio Cova da Beira
Capoulas dos Santos garante que o orçamento de estado para o próximo ano vai ter uma dotação orçamental suficiente para fazer face à componente nacional das candidaturas a fundos comunitários. A afirmação feita pelo ministro da agricultura durante uma sessão de apresentação das medidas do orçamento para o ministério da agricultura, florestas e desenvolvimento rural, organizada pela federação distrital do PS em Proença-a-Nova.
Por Nuno Miguel em 25 de Oct de 2016

O governante sublinha que “este vai ser um orçamento amigo da agricultura; não só porque nos permite responder à execução do programa de governo sem qualquer problema e que nos garante que está assegurada a componente nacional para alavancar os fundos comunitários. Nós temos uma dotação estimada, no que diz respeito ao programa de desenvolvimento rural, na ordem dos 600 milhões de euros por ano e dos quais 90 milhões são a parte do orçamento nacional. Neste orçamento a dotação global do ministério tem um reforço na ordem dos 70 milhões de euros pelo que estamos em condições de dar resposta aos desafios que o sector tem vindo a colocar”.

Capoulas dos Santos acrescenta que outra das questões que vai merecer especial atenção do próximo orçamento de estado está relacionada com o apoio à instalação de jovens agricultores “vamos ter, no próximo ano, novas medidas para apoiar os jovens. Desde logo vamos aumentar de 15 mil para 20 mil euros o prémio à primeira instalação e onde temos o objectivo de instalar dois mil novos jovens em 2017. Vamos também aprovar o estatuto do jovem empreendedor rural e a aposta no rejuvenescimento do empresariado é uma aposta decisiva e à qual já se deve parte do sucesso que a agricultura portuguesa verifica neste momento”. 

Nesta deslocação ao distrito, Capoulas dos Santos deixou ainda a garantia de que esta semana vai decorrer uma reunião especial do conselho de ministros, dedicada integralmente à aprovação de medidas para o sector da floresta “será a maior reforma da floresta que alguma vez se operou em Portugal; são 15 diplomas que vão atacar os problemas estruturais mais graves, nomeadamente relacionados com a prevenção dos incêndios. Vamos ter uma forte aposta na gestão profissional da floresta, uma revolução absoluta no ordenamento florestal uma vez que vamos obrigar a introdução, nos planos directores municipais, desse ordenamento e também uma reforma profunda ao nível da posse da terra onde vamos adoptar mecanismos para que, num curto espaço de tempo, seja possível ultrapassar essa lacuna que existe há muitas décadas que é a ausência de cadastro”.


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