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Terça, 02 Mar 2021
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CULTURA
AMDF COMEMORA 20 ANOS
Rádio Cova da Beira
No próximo dia 6 de Dezembro a Academia de Música e Dança do Fundão (AMDF) inicia o programa das comemorações dos 20 anos, que se prolongam durante todo o ano lectivo. A primeira iniciativa será um concerto protagonizado por antigos alunos que optaram por prosseguir o estudo da música.
Por Paula Brito em 30 de Sep de 2016

Esta é uma tónica que fará parte do programa das comemorações que será apresentado a 6 de Dezembro, data em que o Ministério da Educação oficializou a criação de uma escola do ensino artístico no Fundão “é uma grande aposta nossa, vamos fazer algumas actividades para trazer antigos alunos à escola, muitos nunca mais pegaram num instrumento, mas queremos que eles participem provavelmente no concerto de fim de ano, porque foram eles que construíram a escola durante estes 20 anos, porque somos uma escola com memória”.

Quando a academia de Música e Dança do Fundão foi criada, em 1996, tinha apenas 70 alunos, hoje, passados 20 anos, são mais de 600, um número significativo para o director da academia fundanense, João Correia “acho que num meio com a população que tem o Fundão, haver 600 alunos a estudar música e dança, acho que são números que justificam a nossa satisfação”

Este ano lectivo a academia recebeu 75 novos alunos, um número que duplicou em relação ao ano passado. O ano iniciou sem sobressaltos, com o financiamento assegurado, as preocupações devem agora virar-se para a resolução de problemas estruturais do ensino artístico, como é o caso da definição da rede “é uma situação que esperamos que seja discutida e analisada connosco para que no arranque do próximo ano já seja possível ter uma rede estruturada, mesmo para o próprio ministério é fundamental, para perceber onde é que no país faz sentido abrir escolas porque não há oferta e onde é que não faz sentido abrir escolas porque já existe uma escola a dois quilómetros, por outro lado, perceber se a realidade da oferta em termos de vagas é compatível com o índice populacional, é excessivo ou é reduzido.”

Segundo João Correia, no que ao distrito diz respeito, o norte está coberto por uma rede de escolas e polos, mas a sul de Castelo Branco faria sentido pensar numa resposta.


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