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Quarta, 13 Nov 2019
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SOCIEDADE
“ESTABILIDADE CONSEGUIDA PERMITE TRABALHAR EM ASPECTOS ESTRUTURAIS”
Rádio Cova da Beira
A secretária de estado da educação admite que o governo pode vir a reforçar o financiamento para o ensino articulado a partir de 2018 quando terminar o contrato assinado com as instituições em 2015.
Por Nuno Miguel em 29 de Sep de 2016

A questão foi abordada no final de uma visita que a governante efectuou às instalações da academia de música e dança do Fundão, actualmente frequentada por 630 alunos, e onde Alexandra Leitão admitiu que o aumento do número de vagas é outra das hipóteses que está em cima da mesa a par de outras medidas que tem contribuído para uma maior estabilidade ao nível do ensino artístico “neste momento o ano lectivo iniciou-se com todos os pagamentos feitos em relação ao último ano e também já com a primeira tranche referente a este ano e é essa estabilidade que nos permite trabalhar em aspectos mais estruturais como seja a questão da habilitação profissional dos docentes, o financiamento dos próprios instrumentos musicais no âmbito dos projectos educativos locais; para além disso estamos também a trabalhar para que seja possível no próximo triénio, apesar dos constrangimentos orçamentais, aumentar o número de alunos financiados não só no ensino articulado mas também nas iniciações”.  

Já no que diz respeito à necessidade de ampliação das actuais instalações da academia fundanense, Alexandra Leitão sublinha que essa é uma questão para avaliar a médio prazo “neste momento o quadro comunitário de apoio relativo à requalificação de infraestruturas educativas está a terminar e por isso não é possível, no âmbito desta linha específica, avançar para a requalificação desta e de outras escolas do ensino artístico. O que não quer dizer que no âmbito de outras linhas dos fundos comunitários essa questão não possa ser analisada mas não num curto prazo embora no caso concreto aqui do Fundão temos que pensar numa ampliação”. 

No final do encontro o director da academia de música e dança do Fundão sublinhou que se tratou de um encontro muito proveitoso e em que foi possível abrir um conjunto de portas para o futuro. João Correia deixa como exemplo “a possibilidade de recuperar alguns alunos para o sistema alguns alunos que deixaram de frequentar o ensino artístico; eu acho que foi uma reunião muito proveitosa e abriu-se um conjunto de portas para o futuro que podem permitir que deixemos de estar só obcecados pela questão do financiamento das escolas e pensar em outras questões que são tão importantes e inerentes ao bom funcionamento de uma escola”.

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