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Quinta, 17 Out 2019
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SOCIEDADE
“ANO LECTIVO VAI ARRANCAR DE FORMA NORMAL”
Rádio Cova da Beira
O presidente da câmara do Fundão está convicto de que o próximo ano lectivo vai arrancar sem quaisquer sobressaltos ao nível do primeiro ciclo. Neste momento estão a decorrer intervenções de requalificação em várias escolas no concelho e apenas na freguesia do Telhado vai ser necessário encontrar uma solução alternativa para o funcionamento das aulas na reabertura do ano escolar.
Por Nuno Miguel em 30 de Aug de 2016

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“Está a correr bem a empreitada da rede de escolas numa altura em que faltam cerca de duas semanas para a abertura do ano escolar mas de todas as intervenções só há uma que vai passar para uma fase subsequente e que estamos já a encontrar uma alternativa que é a escola do Telhado. Aquilo que está previsto é que, enquanto durar a intervenção, criar condições para que as aulas possam decorrer no edifício da casa do barro mas será uma situação de duas ou três semanas no máximo”.

Na última reunião pública do executivo, Paulo Fernandes referiu que a intervenção na escola do Telhado só ainda não se iniciou uma vez que a obra não teve parecer favorável da direcção geral dos equipamentos escolares apesar de integrar uma empreitada conjunta. Uma situação que o município já contestou “foi dado parecer positivo a todas as escolas que estavam nessa candidatura menos à escola do Telhado; nós já contestámos essa situação uma vez que hoje temos ali muito mais alunos do que havia há cinco anos atrás. Isso fez com que essa escola, que está no concurso público, ficasse condicionada a verba dessa escola que são cerca de 50 mil euros e isso trouxe aqui algum atraso uma vez que ainda não recebemos resposta a essa contestação”. 

Apesar deste atraso, o presidente da câmara do Fundão sublinha que a realização da intervenção não está em causa. O que pode ficar comprometido é a parte do co-financiamento “não está em causa a intervenção, uma vez que ela está adjudicada, mas pode estar em causa um esforço maior do município caso essa parte do financiamento se possa perder. Esperemos que o bom senso impere até porque sei que já outros municípios contestaram essa situação uma vez que estamos a falar de uma escola com menos de 21 alunos, que é uma velha tecla que me irrita, mas teve uma tendência de crescimento nos últimos anos e por isso não teve o parecer favorável”. 

O autarca acrescenta que a realização desta intervenção global permitiu ainda incluir no projecto a criação de um novo espaço coberto, na escola das Tílias “criando uma extensão de coberto, para que os alunos possam praticar exercício físico com outro tipo de condições”.


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