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Quarta, 23 Set 2020
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POL�TICA
“É UMA OPÇÃO QUE PODE SER TOMADA”
Rádio Cova da Beira
O presidente da comissão permanente do conselho municipal de juventude da Covilhã ameaça bater com a porta. Em causa está o facto de a autarquia ter promovido, na passada sexta-feira, as comemorações do dia internacional da juventude sem disso ter dado conhecimento a nenhum dos elementos ou organizações que integram o CMJ.
Por Nuno Miguel em 16 de Aug de 2016

Uma situação que Hugo Lopes lamenta “ninguém foi informado de nada; organizou-se uma comemoração do dia internacional da juventude na Covilhã promovida pela câmara e por uma empresa municipal que mobilizou recursos humanos e financeiros e não se contacta nem se informa as associações juvenis, as associações de estudantes, as juventudes partidárias e os outros membros que representam a juventude no concelho. Queremos construir políticas para a juventude no concelho da Covilhã mas ao mesmo tempo é promovido um evento para a juventude sem se falar com os jovens e nem sequer se pergunta aos seus representantes se querem estar presentes”.

Um lamento que se estende ao funcionamento do órgão que, nos últimos sete meses, não realizou qualquer reunião. Uma situação que viola a lei, afirma o presidente da comissão permanente “há sete meses que o órgão na reúne e a lei obriga a que haja uma reunião a cada trimestre mas desde Janeiro que tal não se verifica; na reunião de instalação o presidente da câmara prometeu que em Fevereiro iria marcar uma reunião para eleger a restante comissão permanente e aprovar o regimento interno mas isso não aconteceu. Parece que na Covilhã este órgão foi criado apenas para «inglês ver» e ao nosso lado, no Fundão, foi o próprio conselho municipal de juventude a organizar as comemorações deste dia”. 

Face a esta situação, Hugo Lopes admite que pode vir a tomar uma posição de força logo após o período de férias “no próximo trimestre poderei adoptar uma tomada de posição mais efectiva sobre o meu papel no conselho municipal de juventude; não quero para já dar mais pormenores mas a possibilidade de abandonar essa função pode estar em cima da mesa. Isso vai depender daquilo que for feito pela câmara municipal e pelo seu presidente. Até ao fim irei bater-me para que a juventude possa ter um papel importante no concelho mas se não nos derem condições para trabalhar eu não me irei manter num cargo só para dizer que sou presidente disto ou daquilo”.  

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