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Sexta, 23 Ago 2019
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SOCIEDADE
ERES ? PROBLEMA JUR?DICO E POL?TICO
A ex-trabalhadoras da empresa ERES, no Fund?o, v?o enviar uma carta ao secret?rio de estado da seguran?a social a solicitar ao governo que desista do recurso apresentado pelo Fundo de Garantia Salarial ao tribunal da Rela??o de Coimbra que veio dar raz?o ?s trabalhadoras decidindo que o dinheiro da venda do patrim?nio da empresa seria para pagar as indemniza??es em falta.
Por Paula Brito em 26 de Nov de 2007

A carta é subscrita pelas 171 ex-etrabalhadoras da ERES que estiveram presentes na reunião com o Sindicato Têxtil da Beira Baixa que tem acompanhado juridicamente o processo. Mas para Luís Garra o problema além de jurídico é também político "por isso vamos enviar esta exposição ao secretário de estado para que interceda junto do Fundo de Garantia Salaria que com este recurso pretende apenas adiar o pagamento às trabalhadoras".

Neste plenário, o advogado do sindicato têxtil da Beira Baixa mostrou-se optimista e confiante que o tribunal da relação não vai alterar a sentença e que "dentro de seis a oito meses a situação deverá estar resolvida".

A empresa de confecções ERES, que empregava cerca de 500 trabalhadoras, encerrou há seis anos. Na conta resultante da venda do património estão cerca de um milhão 250 mil euros de onde serão deduzidos os custos do processo e a remuneração do liquidatário judicial. Se a decisão for favorável às trabalhadoras, ainda assim, o dinheiro não chegará para pagar as indemnizações a todas as trabalhadoras.


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