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Terça, 18 Jun 2019
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POLÍTICA
CMC APROVA CEDÊNCIAS
Rádio Cova da Beira
A câmara municipal da Covilhã aprovou por unanimidade a cedência de um lote de terreno à delegação daquele concelho da cruz vermelha portuguesa para a construção da sua nova sede social. Também a liga portuguesa contra o cancro vai dispor de um espaço para instalar a sua sede.
Por Nuno Miguel em 28 de Jul de 2016

A mudança de instalações da delegação da cruz vermelha foi o primeiro objectivo traçado pela equipa directiva liderada por Clara Saraiva, uma vez que as actuais já não dão resposta às necessidades, mas não foi possível encontrar um edifício com capacidade para albergar a instituição. Face a esta situação, o presidente da autarquia refere que a solução encontrada passa pela disponibilização de um terreno, podendo a cruz vermelha aproveitar fundos estruturais do novo quadro comunitário para comparticipar as obras “procurámos encontrar uma solução que pudesse satisfazer as necessidades da instituição mas não obstante o trabalho realizado pelos nossos serviços técnicos conjuntamente com a cruz vermelha concluímos que nenhum dele se adequava às pretensões. Nesse sentido, e uma vez que há uma linha de fundos estruturais no quadro comunitário que a instituição pode aproveitar, encontrámos um terreno situado na quinta da Ponte Terra, entre o Canhoso e o Teixoso, que de acordo com a instituição serve os seus objectivos. Ficámos muito satisfeitos com isso e como tal ali vão edificar a sua nova sede de acordo com a deliberação que foi proferida pelo executivo”. 

Na última reunião do executivo foi ainda aprovada a cedência de um espaço, no edifício do antigo liceu, para albergar a sede da delegação da Covilhã da liga portuguesa contra o cancro. Uma solução provisória, sublinha Vítor Pereira “trata-se de uma instituição de reconhecido mérito que necessitava de um espaço para instalar a sua sede e uma vez que ainda existem alguns espaços disponíveis no edifício do antigo liceu também deliberámos essa cedência. Naturalmente que a questão terá de ser novamente analisada uma vez que esse imóvel assim como a antiga esquadra da PSP vão entrar em obras no âmbito do nosso plano estratégico de desenvolvimento urbano e quando estiverem concluídas teremos então de avaliar qual será o melhor espaço para a solução definitiva”.

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