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Quarta, 23 Ago 2017
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SOCIEDADE
VÍTOR PEREIRA E SANTOS SILVA ARGUIDOS
Rádio Cova da Beira
A notícia é avançada na edição desta semana do semanário “Expresso”, em causa está a investigação que a PJ está a realizar à denúncia feita pelo MAC sobre o caso do loteamento no Canhoso que envolve os familiares do presidente da assembleia municipal da Covilhã. (Ver notícia RCB: PJ INVESTIGA DENÚNCIA DO MAC)
Por Paula Brito em 16 de May de 2016
 

O semanário avança que os dois presidentes (câmara e assembleia) foram constituídos arguidos e que em causa estarão indícios de crime de participação económica em negócio.

O “Expresso” ouviu Vítor Pereira que reitera a ideia de que não houve qualquer favorecimento, considerando “essa insinuação caluniosa”. O autarca recorda que a decisão foi participada, que preferiu “ficar com um pássaro na mão do que dois a voar” e garante que “a montanha vai parir um rato”. Confrontado com o parecer da directora do departamento de administração geral da câmara, Graça Robbins que diz que a câmara estaria, com o acordo, a desbaratar 200 mil euros, o autarca covilhanense responde que “a Dra. Graça Robbins é uma jurista, não percebe nada de terrenos”.

O “Expresso” ouviu ainda o ex-presidente da CMC, Carlos Pinto, que se mostrou surpreso “para não dizer outra coisa”, quando soube que a câmara tinha aceitado o acordo. O ex-autarca recorda ainda que no seu tempo as negociações decorreram sempre com Santos Silva “quem me propôs o acordo foi o próprio”, que ao “Expresso recusou prestar declarações.

O processo está, segundo o semanário, no DIAP de Castelo Branco que terá de decidir se avança ou não com a acusação.

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