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Quarta, 21 Out 2020
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POL�TICA
CMF:CONTAS APROVADAS
Rádio Cova da Beira
Os dois vereadores do PS na câmara municipal do Fundão votaram contra as contas de gerência de 2015 e acusam a maioria de "continuar a cavar dívida". O presidente da edilidade destaca a taxa de execução orçamental, uma das maiores de sempre, e a redução da dívida".

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Por Nuno Miguel em 27 de Apr de 2016

Para a maioria foi atingido o objetivo "macro" de superar a taxa de execução, que foi superior a 85%, mais elevada que no ano anterior, que já tinha superado a dos anos transatos. Conseguiu nas receitas arrecadar 27.487 mil  euros ( mais 255 mil que no ano anterior) e na despesa 27.104 mil euros ( menos um milhão que em 2014). O presidente da edilidade admitiu ter ficado surpreendido com a taxa de execução alcançada e com a aprovação das últimas candidaturas a fundos comunitários, no final do do anterior Quadro Comunitário "acabaram por ter luz verde e o município tem para receber mais de dois milhões de euros. Acabou por ser um ano interessante", disse o autarca.

De acordo com Paulo Fernandes, as despesas de pessoal diminuíram um por cento, cumprindo também a redução de 3% do número de funcionários, requisito que desapareceu no Orçamento de Estado de 2016, e 74% da componente de investimento das Grandes Opções do Plano centraram-se no investimento, inovação e emprego, O edil destacou ainda a redução da dívida do município "nos últimos três anos entre 15 a 16 milhões de euros, ao ritmo de 5 milhões por ano", explicou.

Nas contas de 2015 está já a decisão da empresa Águas de Lisboa e Vale do Tejo, que por iniciativa própria, fez uma redução em baixa da dívida provisionada, uma decisão que pode ser anunciada em breve pelo Governo para todo os municípios, assim como para o saneamento, mas que ainda não está homologada. Recorde-se que a CMF tem atualmente três litígios com a anterior AZC, processos que, mais uma vez, Paulo Fernandes avisou que o resultado pode obrigar a recorrer ao Fundo de Apoio Municipal.

Face à explicação do presidente da CMF, a bancada da oposição, que admitia que o exercício de 2015 tinha tido um bom resultado, disse que afinal não fosse o montante da ALVT e o resultado liquido do exercício seria negativo " a gestão continua a cavar dívida e pro este andar o município vai entrar em ruptura financeira", refere o vereador do PS. 

Os documentos, que vão ser submetidos à apreciação da AMF na sexta-feira, foram aprovados por maioria, com os votos contra dos dois vereadores do PS.

 

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