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Terça, 19 Nov 2019
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SOCIEDADE
“SAI COMO SENDO ALGO PARA RECICLAR”
Rádio Cova da Beira
José Flávio não esconde alguma mágoa pelo facto de nunca ter sido homenageado pelos bombeiros voluntários da Covilhã depois de ter exercido o cargo de comandante da corporação durante mais de duas décadas.
Por Nuno Miguel em 30 de Mar de 2016

Recentemente José Flávio foi uma das personalidades distinguidas pelo clube do professor da Covilhã pela sua actividade de serviço à comunidade mas, em declarações à RCB não escondeu estar magoado pela forma como foi tratado pela corporação covilhanense “já houve algumas entidades, mesmo ao nível dos bombeiros, me prestaram algumas homenagens porque reconheceram o meu trabalho. A única que não o reconheceu, e digo isto com alguma mágoa, foram os próprios bombeiros da Covilhã que acharam que eu fui algo de material naquela casa e saí dali como sendo algo para reciclar e um dia apenas me disseram que eu estava fora de validade quando atingi os 65 anos e não podia continuar como comandante”.

Apesar de não esconder alguma mágoa pela forma como foi conduzido o processo de saída do cargo de comandante, José Flávio sustenta que isso já faz parte do passado “naturalmente que isto magoa porque dediquei muitas horas, dias e anos àquela casa, nunca tive horários, sempre prestei toda a minha colaboração aos bombeiros. Mas isso já passou, as pessoas é que cometem os erros e eu continuo a ser a mesma pessoa, sempre pronto para auxiliar quem necessita”.

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