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Sábado, 06 Jun 2020
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POL�TICA
PS QUER REFORÇAR POSIÇÃO NO DISTRITO
Rádio Cova da Beira
As eleições autárquicas de 2017 constituem o primeiro grande desafio da recém eleita federação distrital o Partido Socialista, “vencer o desafio das autárquicas não só nas câmaras onde somos poder”, frisou Hortense Martins no encerramento do XVII Congresso distrital do PS, deixando como exemplo a possível conquista de Vila de Rei.
Por Paula Brito em 21 de Mar de 2016

Num distrito onde o PS detém sete das 11 autarquias, 28 vereadores nos executivos municipais e 410 membros de assembleia de freguesia eleitos, Hortense Martins aposta no reforço desta posição.

Hortense Martins enumerou algumas das bandeiras que o PS vai hastear nos próximos anos no distrito de Castelo Branco “a electrificação da linha da Beira Baixa a que urge dar continuidade, já foi assumida por este governo, bem como a sua ligação à Guarda, completarmos o IC 6 e o IC 31 tanto na ligação a Espanha como na ligação da Covilhã a Coimbra. Bem sei que não é possível termos tudo já, mas nós temos que saber identificar quais são as nossas bandeiras”.

Crítica em relação ao anterior governo “liberal de direita que deixou uma marca forte de empobrecimento no distrito”, a líder socialista deixou como exemplos o fim das isenções nas portagens da A23 “cujo contrato foi renegociado à porta das eleições sem contemplar essa discriminação”, e a suspensão “sine die” da barragem do Alvito.

Aproveitando a presença do Ministro da saúde no encerramento do congresso, Hortense Martins falou das necessidades do distrito nesta área “dar acesso à saúde às nossas populações que tão causticadas foram com os cortes nos seus rendimentos e que também se reflecte no facto de termos quase 5 mil utentes sem médico de família no nosso distrito”. A presidente da distrital socialista diz que o governo andou bem quando travou a entrega do hospital do Fundão à misericórdia local e salientou a necessidade de reforçar os cuidados continuados “não podíamos concordar com o desmantelamento do Centro Hospitalar da Cova da Beira, nós achamos que temos que ter mais cuidados continuados para as pessoas”.

Sobre questões de saúde o ministro da pasta não quis falar, nem no discurso, nem no final à comunicação social, alegando estar numa iniciativa partidária. Adalberto Campos Fernandes preferiu salientar o momento político  “histórico” que vive o país, e a alternativa construída no parlamento, que segundo o governante está a marcar a diferença “a começar por um novo estilo de governação verdadeiramente democrático, baseado no diálogo, apesar da nossa oposição à direita apresentar uma postura de birra, uma postura de autêntico amuo perante a solução que resultou da vontade parlamentar”.

Aos congressistas, Hortense Martins apresentou a moção “Compromisso e Confiança” que foi aprovada por unanimidade. Quanto à eleição da comissão política distrital obteve 87 votos a favor e 5 brancos.

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