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Segunda, 01 Mar 2021
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POL�TICA
"ESTAVA ESCRITO NAS ESTRELAS"
Rádio Cova da Beira
Parafraseando um antigo líder do PSD, que disse "estava escrito nas estrelas que um dia ia ser primeiro-ministro", o presidente da câmara municipal da Covilhã afirma que "estava escrito nas estrelas que a concelhia social-democrata da Covilhã queira romper este acordo". O edil só encontra uma razão para esta decisão " aproximam-se eleições autárquicas".
Por Paula Brito em 20 de Mar de 2016

Para Vítor Pereira, o PSD da Covilhã tinha que romper politicamente o acordo para poder criar o seu espaço e afirmar a sua candidatura "no fundo confundem a defesa dos superiores interesses dos covilhanenses com a defesa, também legítima mas mais restrita, dos interesses do PSD".

 

Quanto à acusação do PSD de que o presidente da CMC foi incapaz de responder, em tempo útil, às preocupações manifestadas pela comissão política da seção do PSD da Covilhã, prova de incapacidade política", o chefe do executivo recorda que parte dos esclarecimentos foram dados ainda durante a reunião mantida com os membros da concelhia social-democrata, que, no entanto, pretendiam uma resposta por escrito

 

"Não foi feito porque não fazia sentido subalternizar o vereador do PSD que é quem os representa no executivo. Tendo ele acesso a informação privilegiada e não lhe sendo sonegada qualquer informação relativamente às matérias que eram suscitadas, entendi que era desautorizar o vereador, coisa que não quis fazer não respondi por escrito.". Para o presidente da CMC este "é mais uma desculpa. Era um pretexto, no meu entendimento um mau pretexto", defende.

 

Quanto à permanência de Joaquim Matias no executivo, o presidente da câmara municipal da Covilhã garante que o vereador eleito pelo PSD transmitiu-lhe "que não acompanha este posicionamento da concelhia do Partido Social Democrata uma vez que, responsavelmente, está a honrar um compromisso que assumiu comigo. Um compromisso entre o presidente Vítor Pereira e o vereador Joaquim Matias", disse.

 

Vítor Pereira reafirma que os pressupostos que levaram à assinatura do acordo de incidência governanta continuam inalterados

 

"O acordo terminou entre as duas concelhias (PS e PSD), curiosamente assinado por presidentes de ambas as concelhias diferentes dos atuais. Portanto, não há aqui nada de novo, tudo isto era previsível, e como disse estava escrito nas estrelas", refere.

 

A concluir, o presidente da CMC assegura que conta com o vereador do PSD até final do mandato

 

" Sem dúvida nenhuma. Conheço a postura de elevada responsabilidade do vereador Joaquim Matias, de lealdade, empenho, de trabalho e frontalidade e é nesse espírito que vamos continuar a trabalhar os dois".


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