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Sábado, 19 Out 2019
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POLÍTICA
“RECONHEÇO QUE FIQUEI DESILUDIDO”
Rádio Cova da Beira
O presidente da câmara de Belmonte admite ter ficado decepcionado com a diminuição do número de turistas que visitou a rede municipal de museus no ano passado. Em 2015 as estruturas registaram cerca de 70 mil entradas. Um número que representa uma diminuição na ordem de nove por cento quando a autarquia tinha a expectativa de aumentar em 10 por cento o número de turistas a visitar o concelho.
Por Nuno Miguel em 23 de Feb de 2016

António Dias Rocha acredita que a conjuntura de crise que se faz sentir a nível nacional foi uma das principais causas que esteve na origem desta situação “eu reconheço que fiquei desiludido com os resultados de 2015 uma vez que a nossa ambição era de ter um crescimento de dez por cento ao ano e por isso vamos ter de fazer um esforço acrescido nesse sentido e esperamos que a crise, de que estamos sempre a falar porque a sentimos todos os dias, também teve grande influência nesta situação”.

Apesar de existir uma diminuição global do número de visitantes que visitaram a rede de museus do concelho, António Dias Rocha sublinha que se verificou um aumento da procura no mercado judaico e também no brasileiro “o número de visitantes estrangeiros tem aumentado, muito particularmente aqueles que nos procuram devido à temática judaica mas também o número de brasileiros. Por isso temos de fazer um esforço no sentido de divulgar cada vez mais e melhor o nosso concelho, sabendo que esses dois são mercados fundamentais já para não falar nos nossos vizinhos espanhóis”.

O autarca refere que em 2016 vão ser introduzidas algumas melhorias na rede de espaços museológicos e criadas novas ofertas com o objectivo de fazer crescer novamente o número de turistas que visitam o concelho “vamos ter novos conteúdos no museu judaico ainda este ano, através do novo quadro comunitário vamos também tentar melhorar os nossos outros museus, de uma vez por todas queremos recuperar e instalar novos conteúdos nas duas salas de musealização do castelo de Belmonte e também estamos a trabalhar no centro interpretativo de «Centum Cellas» no sentido de reformular o projecto porque as verbas não abundam e nós só podemos lançar as obras que temos a certeza que vão ser concretizadas”. 


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