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Quinta, 17 Out 2019
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POL√ćTICA
EDUARDO CABRITA TRANQUILIZA AUTARCAS
Rádio Cova da Beira
O ministro adjunto do primeiro ministro deixou ontem à tarde a garantia de que o governo está a implementar um conjunto de medidas concertadas com o objectivo de acelerar a execução do novo quadro comunitário de apoio.
Por Nuno Miguel em 17 de Feb de 2016

Na reunião do conselho regional do centro o governante ouviu várias vozes críticas com os atrasos na execução do programa, tendo existido presidentes de comunidades intermunicipais que referiram que ainda não receberam um cêntimo dos pactos para o desenvolvimento do território que foram assinados com a CCDR.

 

Eduardo Cabrita referiu que, quando assumiu funções, o “Portugal 20 20” apenas tinha executado quatro milhões de euros em dois anos e para inverter a situação já foram tomadas várias decisões, a começar pelo programa «100 milhões em 100 dias»: “ainda não atingimos os 100 dias deste a tomada de posse do governo mas os últimos dados de que disponho apontam já para a canalização para as empresas de 65 milhões de euros até final da semana passada. Paralelamente lançámos também um conjunto de iniciativas sobre investimentos de proximidade, vocacionados para o desenvolvimento local e regional, nas áreas da educação, da saúde e do património cultural. Temos por isso um conjunto concertado de medidas que vão todas no sentido de acelerar a execução dos fundos estruturais numa óptica de promoção da competitividade e em que a coesão territorial assume um papel primordial”.

Questionado sobre o tema, o presidente da comunidade intermunicipal da Beira Baixa refere que os atrasos estão a penalizar o trabalho desenvolvido pelas autarquias e pelas empresas. No entanto João Paulo Catarino sublinha que já é possível encontrar algumas melhorias em relação ao cenário vivido no final de 2015 “é certo que até agora ainda houve poucos fundos comunitários, nomeadamente para as câmaras. Nos últimos dois meses já sentimos que o ritmo se está a intensificar, nas áreas da cultura e da educação já saíram alguns avisos e onde as câmaras podem apresentar as suas propostas de projecto de acordo com os pactos que foram assinados com as comunidades intermunicipais. As coisas tem estado a evoluir de uma forma favorável mas é fundamental que esse dinheiro comece também a fluir para as empresas e para as regiões e aquilo que queremos á trabalhar em conjunto por forma a acelerar esse processo”.

Opinião também partilhada pelo presidente da comunidade intermunicipal das Beiras e Serra da Estrela. Paulo Fernandes refere que sempre se verificaram atrasos na implementação dos quadros comunitários de apoio mas espera que, a partir de agora “ele entre efectivamente em velocidade de cruzeiro e que algumas questões ligadas aos municípios avancem rapidamente como é o caso da regeneração urbana e também na componente privada, em vários sectores da actividade económica, há muitas candidaturas que já foram apresentadas e aprovadas e agora torna-se fundamental que sejam colocadas ao serviço dos territórios”.


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