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Sábado, 24 Out 2020
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POL�TICA
“REORGANIZAÇÃO PASSA PELA MODERNIZAÇÃO DA OFERTA”
Rádio Cova da Beira
O ministro da ciência e ensino superior rejeitou em Castelo Branco qualquer cenário de fusão ou agregação entre instituições de ensino superior no interior do país. Manuel Heitor esteve de visita ao politécnico albicastrense, no âmbito de um périplo que está a realizar pelo país, com o objectivo de estabelecer um contrato de confiança com todas as instituições.
Por Nuno Miguel em 21 de Jan de 2016

O governante destaca o papel que os institutos politécnicos têm desempenhado nas regiões onde estão inseridos e por isso o que está em cima da mesa para a reorganização da rede não passa por fusões ou agregações “a reorganização da rede passa pela modernização da oferta de ensino e a sua adequação à realidade do tecido empregador local com a criação de novos postos de trabalho. Por isso estas instituições que estão dispersas por todo o território nacional são muito importantes porque não há valorização do território sem mais conhecimento e o futuro de Portugal passa por ai. Precisamos de institutos politécnicos fortes, com mais investigação, com mais formações curtas e com mais colaboração com o tecido social, produtivo e artístico local e por isso é que estou aqui, com o objectivo de identificar oportunidades para o desenvolvimento local com base nos institutos”.

Nesta deslocação à região, o ministro da ciência e ensino superior sublinha que o grande problema da rede “não é ter instituições a mais mas sim ter estudantes a menos e a principal questão que se nos coloca é saber como atrair mais estudantes e como ligar melhor as instituições ao tecido local”.

Já no que diz respeito à questão do financiamento das instituições de ensino superior, Manuel Heitor refere que “o país conhece bem o momento de contenção orçamental que vivemos e por isso é também através de uma maior ligação ao território que conseguimos encontrar mais receitas. As boas ideias arranjam sempre financiamento, nós temos agora verbas comunitárias que temos que executar com muito empenho e estou certo que essa não será a principal limitação neste momento e por isso queremos trabalhar ao lado das instituições para identificar as oportunidades”.


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