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Domingo, 18 Ago 2019
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SOCIEDADE
DEFINIT?RIO DA MISERIC?RDIA DEMITE-SE EM BLOCO
O ?rg?o, equivalente ao conselho fiscal das associa??es, demite-se por, entre outras raz?es, o provedor da santa casa da miseric?rdia do Fund?o alegar desconhecimento da auditoria aos procedimentos da institui??o aprovada pela assembleia geral realizada no passado m?s de Abril.
Por Paula Brito em 14 de Nov de 2007

Segundo Luís Gavinhos, membro do definitório demissionário, esta foi a gota de água " há muito que o definitório se queixa de não ter informção", o definitório "estranhou que o senhor provedor tenha dito ao presidente  deste órgão que desconhecia a auditoria aprovada em assembleia geral e que ele também votou". Esta foi a razão principal que provocou a demissão em bloco do definitório decidida numa reunião onde estiveram presentes cinco dos seis elementos daquele órgão. A carta de demissão segue esta semana para o presdiente da assembleia geral e para o bispo da diocese da Guarda.

Há no entanto outras razões que levaram o definitório a tomar esta atitude "como é o caso da preocupante situação financeira da instituição". Luís Gavinhos deixa alguns exemplos que sairam da análise feita pelo definitório ao primeiro semestre do ano "existe um valor de exploração negativo de 100 mil euros, a conta de fornecedores regista uma dívida de mais de 598 mil euros, em empréstimos à banca a misericórdia deve 3 milhões 624 mil euros, para além do que em meio ano as despesas com pessoal representam mais de metade das receitas da instituição". Perante estes dados o definitório conclui estar perante "um inquietante problema de gestão que não contribui para a prossecução dos fins da misericórdia" defendendo "uma inversão na condução dos destinos da instituição.

 


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