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Segunda, 18 Dez 2017
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SOCIEDADE
STAL: NOVA ESTRUTURA EMPOSSADA
Rádio Cova da Beira
O coordenador da delega√ß√£o distrital do sindicato dos trabalhadores da administra√ß√£o local espera poder concretizar em 2016 a assinatura de acordos com todas as c√Ęmaras municipais do distrito tendo em vista a manuten√ß√£o das 35 horas de trabalho semanal para os trabalhadores das autarquias.
Por Nuno Miguel em 24 de Dec de 2015

José Rocha foi reeleito esta semana para um novo mandato no cargo. Na cerimónia de tomada de posse o sindicalista destacou o trabalho já desenvolvido e que permitiu celebrar esse acordo com nove câmaras municipais “neste momento falta apenas Belmonte e Vila de Rei sendo que, no caso de Belmonte, tudo está preparado há mais de um ano e estamos a aguardar ser chamados para o assinar embora os trabalhadores nunca tenham sido chamados a trabalhar mais do que as 35 horas”.

No caso da autarquia Vilarregense, o coordenador distrital do STAL refere que é preciso acabar com o acordo celebrado entre a câmara municipal e a UGT “o que a UGT tem estado a fazer é a assinar acordos de 35 horas mais uma possibilidade de banco de horas, ou seja mais dez horas de trabalho semanais, e ainda uma outra possibilidade que é a adaptabilidade de horários e isso perfaz que um trabalhador possa chegar às 55 horas de trabalho semanal sem que por isso recebam mais. Por isso a nossa prioridade vai ser continuar a luta que até aqui foi desenvolvida no sentido de defender que as 35 horas sejam efectivas e não haja qualquer discriminação entre os trabalhadores”.  

José Rocha refere que a opção gestionária é outras das matérias que vai merecer especial atenção da nova direcção distrital e no topo das prioridades vai estar a situação vivida na câmara de Castelo Branco “essa opção gestionária fez com que houvesse 363 trabalhadores que recuperassem montantes mensais na ordem dos 78 euros mas ainda assim neste momento persistem 35 trabalhadores que não viram o seu trabalho recompensado conforme a lei determina. O autarca está a cometer um acto de discriminação e até agora nós demos alguma vantagem para poder pensar sobre o tema. Os trabalhadores estão a aguardar há cerca de um ano por este dinheiro e a nossa prioridade em Castelo Branco vai-se centrar na resolução desta situação para que seja aplicado o princípio de salário igual para trabalho igual”.   


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