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Segunda, 06 Abr 2020
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POL�TICA
CMC: ACORDO GERA CONTROVÉRSIA
Rádio Cova da Beira
O acordo de pagamento da garantia bancária referente à expropriação dos terrenos onde foi construído o parque de São Miguel, na freguesia do Tortosendo, acabou por gerar um dos momentos mais controversos da última reunião pública da câmara municipal da Covilhã.
Por Nuno Miguel em 24 de Dec de 2015

Tudo porque Carlos Martins pretendeu invocar a sua ausência da sala no momento da votação à semelhança de Nélson Silva que não votou este ponto da ordem de trabalhos por questões profissionais. O vereador do PS acabou por se abster e, numa curta declaração de voto, explicou os motivos “não conheço os advogados que tiveram por trás do acordo que aqui é apresentado; é essa a minha dúvida e por isso vou abster-me”.

Uma justificação que acabou por levar dúvidas a José Pinto, eleito da CDU “o senhor vereador tem o direito de invocar o desconhecimento, mas até me deixa um bocadinho preocupado sobre o que é que se passa que eu também não sei” o que levou o vereador socialista a afirmar “pode passar o natal descansado porque não se passa nada”. 

Também o eleito do PSD, Joaquim Matias, admitiu que se tratou de um momento desconfortável desta reunião pública do executivo “este tipo de intervenções pode levar a pensar outras pessoas, que não estão no executivo, que alguma coisa aqui está escondida. Os políticos têm de credibilizar o lugar e a função e eu só sei estar aqui nessa situação e não quero viver num momento ou num local de suspeição”.

Já o presidente da câmara da Covilhã garantiu que não existiu qualquer acordo entre advogados. Para Vítor Pereira a situação é clara “este acordo não teve nada a ver com advogados; é um acordo entre o departamento financeiro da câmara municipal e do BPI; não há aqui mais nada para além disso”.


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