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Quinta, 01 Out 2020
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POLÔŅĹTICA
CMC: ACORDO GERA CONTROV√ČRSIA
Rádio Cova da Beira
O acordo de pagamento da garantia banc√°ria referente √† expropria√ß√£o dos terrenos onde foi constru√≠do o parque de S√£o Miguel, na freguesia do Tortosendo, acabou por gerar um dos momentos mais controversos da √ļltima reuni√£o p√ļblica da c√Ęmara municipal da Covilh√£.
Por Nuno Miguel em 24 de Dec de 2015

Tudo porque Carlos Martins pretendeu invocar a sua ausência da sala no momento da votação à semelhança de Nélson Silva que não votou este ponto da ordem de trabalhos por questões profissionais. O vereador do PS acabou por se abster e, numa curta declaração de voto, explicou os motivos “não conheço os advogados que tiveram por trás do acordo que aqui é apresentado; é essa a minha dúvida e por isso vou abster-me”.

Uma justificação que acabou por levar dúvidas a José Pinto, eleito da CDU “o senhor vereador tem o direito de invocar o desconhecimento, mas até me deixa um bocadinho preocupado sobre o que é que se passa que eu também não sei” o que levou o vereador socialista a afirmar “pode passar o natal descansado porque não se passa nada”. 

Também o eleito do PSD, Joaquim Matias, admitiu que se tratou de um momento desconfortável desta reunião pública do executivo “este tipo de intervenções pode levar a pensar outras pessoas, que não estão no executivo, que alguma coisa aqui está escondida. Os políticos têm de credibilizar o lugar e a função e eu só sei estar aqui nessa situação e não quero viver num momento ou num local de suspeição”.

Já o presidente da câmara da Covilhã garantiu que não existiu qualquer acordo entre advogados. Para Vítor Pereira a situação é clara “este acordo não teve nada a ver com advogados; é um acordo entre o departamento financeiro da câmara municipal e do BPI; não há aqui mais nada para além disso”.


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