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Segunda, 26 Ago 2019
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POLÍTICA
“TENHO A CONSCIÊNCIA TRANQUILA”
Rádio Cova da Beira
É desta forma que o antigo vereador com o pelouro do urbanismo na câmara municipal da Covilhã reage à sentença do tribunal da relação de Coimbra que condena João Esgalhado por dois crimes de prevaricação referentes à construção de “bungalows” turísticos nas Penhas da Saúde e da capela mortuária dos Penedos Altos.
Por Nuno Miguel em 29 de Nov de 2015

Em primeira instância quer o antigo vereador do urbanismo quer o antigo presidente da autarquia, Carlos Pinto, foram absolvidos mas agora o tribunal da relação vem considerar em parte procedente o recurso apresentado pelo ministério público. João Esgalhado refere que sempre procurou que o interesse publico prevalecesse e por isso voltaria a tomar as mesmas decisões “se eu não mantivesse hoje as mesmas decisões e os mesmos procedimentos que tomei na altura estou convencido que não estaria a defender o interesse da cidade e do concelho. Hoje mesmo, se as circunstâncias se repetissem, continuo convencido que a defesa do interesse colectivo dos cidadãos, que é uma obrigação dos eleitos quando estão no exercício de funções, é melhor defendida tomando as decisões que eu tomei na altura do que não as tomar com a desculpa que tínhamos que aguardar uma década para que os planos se regularizem e só então avançarem as coisas”.    

O antigo vereador com o pelouro do urbanismo da câmara da Covilhã acrescenta que vai analisar o acórdão e admite poder apresentar recurso desta sentença “obviamente que não estou satisfeito com esta decisão; vou agora estudar conjuntamente com o meu advogado o teor do acórdão mas não estou conformado com essa condenação e tudo farei o que estiver ao meu alcance, nos termos da lei, para fazer valer aquilo que é a minha convicção de justiça de que não se pode condenar um eleito por ele agir nos termos em que eu agi”.

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