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Sábado, 26 Set 2020
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SOCIEDADE
BACB PROMOVE CAMPANHA DE NATAL
Rádio Cova da Beira
O presidente do banco alimentar da Cova da Beira espera que na campanha de recolha de alimentos, que vai decorrer durante este fim de semana, possam ser ultrapassadas as 31 toneladas recolhidas na última campanha da primavera, no passado mês de Maio.
Por Nuno Miguel em 27 de Nov de 2015

Em declarações à RCB, Paulo Pinheiro refere que historicamente é na campanha de natal que os cidadãos demonstram mais a sua solidariedade. Uma tendência que o responsável espera que se mantenha “tenho expectativas de que o valor da campanha da primavera seja ultrapassado; no entanto temos os pés bem assentes no chão porque é cada vez mais solicitado às pessoas para colaborarem e pode haver situações em que essas pessoas dizem que já deram e não vão voltar a dar. Mas as pessoas desta região já mostraram que sabem ser solidárias com o banco alimentar e sabem que já distribuídos mais de 1500 toneladas de alimentos desde a nossa fundação. Mais de 100 crianças são auxiliadas pelo banco alimentar, que é um número triste mas real, e estamos convictos de que nesta campanha as pessoas vão dar algo mais”.   

Perto de 600 voluntários vão estar envolvidos nesta campanha de recolha de alimentos para apoiar 43 instituições. Um número que se tem mantido uma vez que “não existe capacidade de resposta para fazer face a mais solicitações. O dar uma pequena ajuda, como por exemplo comprar um pacote de leite, pode parecer algo insignificante, mas é muito para quem tem dificuldades. E quem não tem possibilidade de dar grandes ajudas ao menos também não negue a pequena ajuda porque a realidade da fome na nossa região é algo que nos devia envergonhar a todos”.   

O presidente do banco alimentar da Cova da Beira acrescenta que qualquer ajuda é bem vinda e espera que os cidadãos demonstrem a sua solidariedade nesta campanha “É confrangedor haver alguém que diga que não sabe o que se faz aos alimentos recolhidos ou que as pessoas não querem trabalhar. Para nós isso são desculpas, não é a realidade. E quem quiser ver algum dia como é feita a distribuição de alimentos pode contactar-nos e nós vamos arranjar uma forma de isso acontecer mas essas pessoas devem estar preparadas para encontrar uma realidade que vive ao lado delas e que não conhecem”.

 


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