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Segunda, 21 Set 2020
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SOCIEDADE
AFTEBI VIVE TEMPOS DIFICEIS
Rádio Cova da Beira
A AFTEBI est√° atravessar um ¬ďmau momento¬Ē devido √† indefini√ß√£o do quadro comunit√°rio e √† falta de apoio dos parceiros. A preocupa√ß√£o foi levada pelo vereador do PSD √† reuni√£o p√ļblica da c√Ęmara municipal da Covilh√£, desta manh√£. Segundo Joaquim Matias a Associa√ß√£o para a Forma√ß√£o Tecnol√≥gica Empresarial da Beira Interior (AFTEBI), sediada na Covilh√£, corre o risco de ser deslocalizada para o norte do pa√≠s.
Por Paula Brito em 24 de Nov de 2015

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“A AFTEBI tem a sua sede na Covilhã mas pode ser levada para o norte, nomeadamente para Famalicão através do CITEVE. Como sabem neste momento já não podem ser criadas novas escolas tecnológicas, se a Covilhã ficar sem a AFTEBI ficamos impossibilitados de dar este tipo de formação, deixando de poder aceder a esta porta de entrada no mercado de trabalho”.

Joaquim Matias deixou a sugestão de ser a câmara municipal a tomar a iniciativa de reunir os parceiros da AFTEBI e encontrar uma solução para o problema “como a CMC é sócia fundadora podia ter a iniciativa de promover uma reunião como todos os associados para análise da situação e implementar uma estratégia para salvar esta importante escola tecnológica sediada na Covilhã. Neste momento a CMC detém 10% do capital da AFTEBI mas se avançar com 50 mil euros passará a ter cerca de 25%”.

Sem especificar o montante, Vítor Pereira diz que a autarquia irá dar o seu contributo, à semelhança de outros parceiros como é o caso da Universidade da Beira Interior “a UBI , que também tem responsabilidade na fundação desta escola, já se disponibilizou para reforçar o capital social, sendo que a câmara também fará um esforço à nossa escala, dentro das nossas dificuldades, estamos a trabalhar neste sentido.”

A AFTEBI foi criada nos finais dos anos 90 com o objectivo de preparar quadros intermédios para a indústria, e tem desde há 18 anos promovido e organizado ofertas formativas de curta, média e longa duração. Segundo Joaquim Matias, 74% dos diplomados pela a AFTEBI estão a trabalhar desde o primeiro dia em que terminaram o curso e 13% ingressaram no ensino superior. 


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